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    <title>CasaViva</title>
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    <item>
      <title>FINEP VAI DISPONIBILIZAR EM DEZEMBRO R$ 500 MILHÕES PARA FINANCIAR PROJETOS VOLTADOS PARA A TRANSIÇÃO ENERGÉTICA</title>
      <link>https://www.eventoscasaviva.com.br/finep-vai-disponibilizar-em-dezembro-r-500-milhoes-para-financiar-projetos-voltados-para-a-transicao-energetica</link>
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      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/0f4748a7/dms3rep/multi/cabe%C3%A7a+multiplas+aplica%C3%A7%C3%B5es+2025-f5dfb4cd.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           FINEP VAI DISPONIBILIZAR EM DEZEMBRO R$ 500 MILHÕES PARA FINANCIAR PROJETOS VOLTADOS PARA A TRANSIÇÃO ENERGÉTICA
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/0f4748a7/dms3rep/multi/1000479504.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Da esquerda para a direita: Paulo Resende, da Finep; Adolfo Braid, da Terminus Energia; Leonam Guimarães, da Amazul; e Franklin Palheiros, da INB
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Finep – Financiadora de Estudos e Projetos vaI lançar, em dezembro próximo, um novo edital envolvendo R$ 500 milhões para apoiar projetos voltados para a transição energética, através de subvenções. O anúncio foi feito ontem (25/11) pelo gerente da Finep, Paulo Resende, durante debate no 3º Seminário Múltiplas Aplicações da Energia Nuclear e das Radiações, realizado no Clube de Engenharia, no Rio, para apresentar e debater os rumos e desafios do projeto brasileiro, também financiado pela Finep, destinado a desenvolver e testar o primeiro microrreator nuclear brasileiro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Compactos, seguros e capazes de operar por longos períodos sem reabastecimento, os microreatores nucleares despontam como uma das mais promissoras inovações energéticas do século XXI. A tecnologia oferece uma solução estratégica para levar energia limpa e confiável a regiões remotas, bases isoladas, polos industriais e operações críticas que hoje dependem de combustíveis fósseis.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fruto de uma parceria entre a Diamante Geração de Energia, INB – Industrias Nucleares do Brasil e Terminus Energia, o projeto do Microrreator Nuclear Nacional (MRN) conta com a participação de várias universidades do País, Marinha, Amazul, Ipen e IEN/CNEN para, em três anos, buscar validar a viabilidade técnica e sustentável de um sistema de microrreatores nucleares de baixa potência para gerar cerca de 3 MW em um container de 40 pés. O modelo tecnológico brasileiro será projetado para ser operado/monitorado de forma remota por mais de 10 anos sem necessidade de reabastecimento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Envolvendo recursos da ordem de R$ 50 milhões (R$ 30 milhões da Finep e R$ 20 milhões da Diamante Energia), o projeto não se baseia na adaptação de tecnologias estrangeiras, mas sim no desenvolvimento de uma solução totalmente nacional, fundamentada em pesquisas científicas e na experiência acumulada no setor nuclear, afirma o coordenador do projeto, Asolfo Braid, que também participou do debate.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Seminário Múltiplas Aplicações da Energia Nuclear e das Radiações reuniu representantes da cadeia de fornecedores do setor nuclear, empresas públicas e privadas do setor, empresas de geração e operadoras, indústria, projetos, pesquisa e desenvolvimento tecnológico, além de universidades e Governo, entre outros potenciais usuários da tecnologia e profissionais do setor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Mais informações
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           www.eventoscasaviva.com.br
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tel: (21) 3301-3208 / 996991954
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/0f4748a7/dms3rep/multi/CONJUNTO+DE+LOGOS-9258c770.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 03 Dec 2025 17:47:10 GMT</pubDate>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>MICROREATORES: DE VOLTA AO FUTURO - O avanço das tecnologias impulsiona os microreatores</title>
      <link>https://www.eventoscasaviva.com.br/evolucao-dos-microreatores-nucleares-conceito-e-aplicacoes-de-microreatores-nucleares</link>
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      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           MICROREATORES: DE VOLTA AO FUTURO - O avanço das tecnologias impulsiona os microreatores
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Leonam Guimarães
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/0f4748a7/dms3rep/multi/FOTO+LEONAM+GUIMAR%C3%83ES.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Leonam dos Santos Guimarães, Assessor da presidência da Amazul e ex-presidente da Eletronuclear
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Microreatores nucleares são reatores de fissão de pequena escala, geralmente produzindo na faixa de alguns quilowatts a poucos megawatts elétricos, projetados para serem modulares e transportáveis[1][2]. Eles podem ser montados em fábricas e levados por caminhão, trem ou avião até locais remotos, oferecendo energia elétrica e térmica descentralizada. Ao longo das décadas desde 1946, esses microreatores foram concebidos para diversas aplicações, incluindo geração elétrica civil em comunidades isoladas, uso militar em bases avançadas, propulsão e energia em naves espaciais, além de pesquisa científica e treinamento acadêmico. A vantagem chave dos microreatores é sua compacidade e autonomia: eles prometem operação prolongada sem necessidade de reabastecimento frequente, atendendo lugares ou missões onde combustíveis fósseis ou grandes reatores não são viáveis[3][4].
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os microreatores diferenciam-se dos pequenos reatores modulares (SMR) maiores (de dezenas a centenas de MW) por serem ainda menores (tipicamente abaixo de ~10 MWe) e altamente portáteis[5]. Muitos designs priorizam a segurança passiva e a montagem modular, buscando atender exigências de segurança intrínseca e operação autônoma, essenciais para aplicações sem operadores especializados no local[3][4]. Historicamente, governos, forças armadas, agências espaciais, universidades e, mais recentemente, empresas privadas, têm participado do desenvolvimento de microreatores, impulsionados por diferentes necessidades tecnológicas e estratégicas. A seguir, traçamos o desenvolvimento dessas tecnologias desde os primórdios da era atômica até os projetos atuais em andamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Pioneiros Pós-Guerra (Anos 1940–1950)
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nos anos imediatamente após a Segunda Guerra Mundial, as primeiras experiências com reatores de pequena escala lançaram as bases para os microreatores. Em 1946, no Laboratório de Los Alamos (EUA), entrou em operação o reator Clementine, o primeiro reator a nêutrons rápidos do mundo, projetado para pesquisa – ele operava com modesta potência (cerca de 25 kW térmicos) e serviu para estudos iniciais de física de reatores[6][7]. Nessa época, a maioria dos reatores construídos visava pesquisa básica ou treinamento. Por exemplo, laboratórios nacionais dos EUA desenvolveram pequenos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           reatores de piscina para estudar configurações críticas em baixa potência. Esses sistemas pioneiros demonstraram a viabilidade de reatores compactos, ainda que não fossem projetados para geração elétrica contínua.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Paralelamente, surgiram as primeiras visões de aplicar pequenos reatores em contextos militares. Já em 1946, a Força Aérea dos EUA lançou o projeto NEPA (Nuclear Energy for Propulsion of Aircraft), investigando a possibilidade de um reator nuclear compacto propulsionar bombardeiros de longo alcance[8]. Ao longo dos anos 1950, esse programa construiu e testou reatores experimentais de alta potência térmica para aeronaves,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           embora sem sucesso prático em termos de voo. Entre 1955 e 1957, foram operados no Idaho os reatores experimentais HTRE (Heat Transfer Reactor Experiment), que chegaram a acoplar um reator a um turbojato para demonstrar um sistema de propulsão 20 nuclear aérea[9][10]. Apesar do investimento de mais de 1 bilhão de dólares, o programa de avião nuclear foi cancelado em 1961 por impraticabilidade – o próprio Presidente
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Kennedy notou que um avião nuclear útil permanecia &amp;amp;quot;muito remoto na perspectiva previsível&amp;amp;quot;[8].
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Enquanto isso, reatores navais de propulsão (como para submarinos) avançavam rapidamente nos EUA e na URSS nos anos 1950, embora esses fossem de potência bem maior que a categoria micro. Contudo, as demandas da marinha pavimentaram tecnologias de reatores compactos e robustos. Em 1954, o USS Nautilus, primeiro submarino nuclear, usava um reator de água pressurizada (~10 MW elétricos) – não um microreator, mas ilustrando a miniaturização em andamento. Os microreatores verdadeiramente pequenos nessa década limitaram-se aos protótipos de laboratório e reatores de pesquisa universitários. Em 1955, o Laboratório Oak Ridge (EUA) testou o Aircraft Reactor Experiment (ARE), um minúsculo reator de sal fundido de 2,5 MWt concebido para aviões, funcionando por uma curta duração[9].
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No final dos anos 1950, o conceito de reatores portáteis para aplicações remotas começou a tomar forma. O Exército dos EUA estabeleceu em 1954 o Army Nuclear Power Program (ANPP), com objetivo de desenvolver pequenos reatores móveis ou transportáveis para fornecer energia elétrica e calor em bases distantes e outras instalações isoladas[11]. Nessa época, foram projetados os primeiros reatores em pacote (package reactors) que poderiam ser montados em partes e levados por avião ou caminhão. O SM-1, instalado em Fort Belvoir (Virgínia, EUA), foi o primeiro desses –atingiu criticidade em 1957 e gerava 2 MW elétricos, servindo de protótipo de treinamento e prova de conceito de um reator compacto de água pressurizada[12]. O sucesso do SM-1 levou ao projeto de versões para locais reais e marcou o início da era dos microreatores aplicados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ainda em 1958, outro marco foi o desenvolvimento do reator TRIGA (Training, Research, Isotopes, General Atomics). O TRIGA Mark I, um reator de pesquisa de 250 kW instalado na Califórnia, introduziu o uso de combustível de hidreto de urânio-zircônio, conferindo uma característica de segurança intrínseca única: um coeficiente de reatividade fortemente negativo com a temperatura. Em outras palavras, se o núcleo aquecesse muito, a reação nuclear naturalmente desacelerava, prevenindo superaquecimento[13].
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Edward Teller, Freeman Dyson e equipe projetaram o TRIGA para ser “seguro até nas mãos de um estudante”, incapaz de sofrer uma fusão catastrófica por design[14]. O primeiro TRIGA entrou em operação em 1958 e tornou-se um modelo amplamente exportado a universidades e institutos ao redor do mundo (66 unidades em 24 países ao longo das décadas seguintes, incluindo um no Brasil, no então IPR, hoje CDTN, em Belo Horizonte)[15]. Essa inovação em design mostrou que microreatores poderiam operar com margens de segurança elevadas, influenciando futuros projetos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Consolidação nos Anos 1960: Projetos Militares e Espaciais Iniciais A década de 1960 viu a concretização de vários microreatores em funcionamento, tanto
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           em cenários militares quanto no emergente campo de energia nuclear espacial. Pelo Exército dos EUA (Army Nuclear Power Program ANPP), foram construídos ao todo oito pequenos reatores entre 1957 e 1970, cinco dos quais eram portáteis ou móveis[16].
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Várias implantações pioneiras ocorreram:
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             PM-2A (Camp Century, Groenlândia) – Primeiro reator nuclear em operação no Ártico. Levado em módulos e montado sob o gelo na
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           base militar do Exército dos 20 EUA, forneceu ~1,5 MWe e aquecimento para Camp Century de 1960 a 1964[17].
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Era um PWR compacto usando urânio altamente enriquecido. Demonstrou a viabilidade de energia nuclear em bases polares, embora operado por poucos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           anos devido a mudanças estratégicas e desafios logísticos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            PM-1 (Estação Sundance, Wyoming, EUA) – Reator de 1 MWe instalado em 1962 no topo de uma montanha para alimentar um radar de defesa aérea
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           remoto[16]. Operado por ~6 anos, provendo energia confiável até 1968[16]. Esse reator validou o conceito de microreator estacionário para instalações críticas em locais isolados e de difícil acesso.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             PM-3A (Estação McMurdo, Antártica) – Em 1962, a Marinha dos EUA ativou um microreator nuclear na Antártica, o único já operado no continente gelado. O PM- 3A gerou cerca de 1,5 MWe além de fornecer calor para a base de McMurdo por uma década[18]. Abastecido com urânio altamente enriquecido, ele operou até 1972 e produziu um total de 78 milhões de kWh[18]. Apesar do sucesso em reduzir o uso de óleo combustível na estação, o PM-3A enfrentou problemas de vazamento e rachaduras no sistema primário e no vaso de contenção, levando a desligamentos para reparo[19][20]. Após recorrentes falhas, decidiu-se encerrar o projeto; componentes contaminados e cerca de 14 mil toneladas de solo foram removidos da Antártica para descarte adequado[19].
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse episódio evidenciou os desafios de manter um reator em local extremo e a importância de aprimorar materiais e métodos construtivos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            SM-1A (Fort Greely, Alasca) – Versão derivada do SM-1, instalada numa base remota no Alasca em 1962. Deu 2 MW elétricos e calor para instalações militares em ambiente subártico até ser desligado em 1972. Assim como outros reatores do ANPP, o SM-1A foi desativado e selado nos anos 1970, permanecendo em armazenamento seguro até recentes esforços de descomissionamento completo[21][22].
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            ML-1 (Idaho) – Um dos projetos mais inovadores do ANPP, o ML-1 era um microreator móvel de apenas 300 kWe que cabia basicamente em um contêiner
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           padronizado, podendo ser transportado por caminhão ou avião[2]. Ele usava um núcleo moderado por hidreto de zircônio (similar ao TRIGA) e gás nitrogênio
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           pressurizado a ~650 °C como fluido para acionar um turbogerador Brayton (turbina a gás em ciclo fechado)[2]. Testado entre 1962 e 1966 no Idaho, alcançou dois terços de sua potência projetada antes de enfrentar diversos problemas de engenharia (vazamentos de gás, corrosão e falhas mecânicas), levando ao cancelamento em 1966[23][24]. Ainda assim, o ML-1 demonstrou conceitos importantes: rápido setup (12 horas) e controle à distância (unidade de controle podia ficar a 150 m)[2]. A experiência ensinou lições sobre materiais adequadospara alta temperatura e confiabilidade de sistemas compactos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            MH-1A (Sturgis) – Primeiro e único reator nuclear flutuante dos EUA. Instalado a bordo de um navio adaptado (Sturgis), o MH-1A era um PWR de 45 MWt (10MWe) que operou no Canal do Panamá de 1968 a 1977 fornecendo energia elétrica à zona do canal[25]. Embora de potência na casa de 10 MWe (um pouco além da definição estrita de “micro”), ele representou a ideia de reatores transportáveis por via marítima para suprir regiões costeiras ou ribeirinhas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           remotas. Após 9 anos de serviço, foi retirado e estocado. 20
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No conjunto, o Army Nuclear Power Program (ANPP) funcionou de 1954 a 1977, culminando nesses protótipos. Embora nenhum desses reatores permanecesse em operação além dos anos 1970, o programa provou a possibilidade de reatores pequenos e levou a melhorias em projeto – por exemplo, uso de módulos pré-fabricados, configuração integral compacta e arranjos de controle simplificados[11]. Em 1961, contudo, um grave incidente reforçou a necessidade de rigor nos aspectos de segurança: o Reator SL-1 (Stationary Low-Power Reactor Number One). Localizado no Idaho como
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           protótipo do ANPP, o SL-1 sofreu um acidente catastrófico em janeiro de 1961 quando erro operacional (retirada indevida de uma barra de controle) provocou uma excursão de potência explosiva. O núcleo atingiu energia de pico (~20 GW em 4 milissegundos) e a explosão de vapor resultante matou os três operadores presentes[26][27]. Foi o primeiro acidente fatal com reator nos EUA, levando a mudanças de projeto em microreatores
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           posteriores – por exemplo, mecanismos de barras de controle que evitassem remoção manual completa e maior ênfase em coeficientes de reatividade negativos e projetos auto-limitantes. Após SL-1, nenhum outro microreator militar dos EUA teve acidentes nucleares, e a confiança na tecnologia pôde se recuperar gradualmente com aprimoramentos de segurança.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Enquanto os EUA desenvolviam esses projetos terrestres, emergiu também a aplicação espacial. Em abril de 1965, os EUA lançaram o primeiro reator nuclear ao espaço: SNAP-10A (System for Nuclear Auxiliary Power). Era um microreator de apenas 45 kW térmicos, moderado por hidreto de zircônio e resfriado por uma liga NaK (sódio-potássio) líquida, acoplado a conversores termoelétricos para fornecer cerca de 650 W elétricos ao
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           satélite[28]. O SNAP-10A operou nominalmente por 43 dias em órbita, até ser desligado devido a uma falha em um componente eletrônico de regulagem de voltagem – o problema não foi no reator em si[28]. Esse artefato continua em órbita até hoje[29]. O sucesso parcial do SNAP-10A mostrou que reatores miniaturizados podiam funcionar no ambiente do espaço. A tecnologia serviu de base para futuros projetos; de fato, o conceito de microreator refrigerado a metal líquido e equipado com conversão estática seria retomado décadas depois em iniciativas modernas (por exemplo, o microreator MARVEL
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           dos EUA baseia-se no design do SNAP-10A[30]). Foi também desenvolvida a propulsão nuclear do NR-1 – Submarino de Pesquisa Nuclear
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (EUA, 1969): O NR-1 foi um pequeno submarino nuclear experimental da Marinha dos Estados Unidos, equipado com um reator nuclear compacto do tipo água pressurizada (PWR), usando água leve tanto como moderador quanto refrigerante e urânio altamente enriquecido como combustível[1]. Esse reator de alta densidade de potência fornecia energia a um turbogerador elétrico acoplado a dois propulsores, garantindo propulsão elétrica silenciosa e autonomia praticamente ilimitada, limitada apenas pelo suprimento de víveres para sua tripulação de 13 pessoas[2]. O projeto do NR-1 foi conduzido sob
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           extrema confidencialidade pelo almirante Hyman G. Rickover – então chefe do programa de Reactores Navais dos EUA – e executado pelo estaleiro Electric Boat (General Dynamics) em Groton[3]. A embarcação (de aproximadamente 400 toneladas de deslocamento e 45 m de comprimento, o menor submarino nuclear já operado pela Marinha dos EUA[4]) foi lançada ao mar em janeiro de 1969 e, embora nunca tenha sido oficialmente comissionada como navio de guerra devido ao sigilo do projeto, iniciou suas operações em outubro daquele ano, permanecendo em serviço ativo por quase quarenta
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           anos, até ser desativada em novembro de 2008[5]. Concebido para pesquisas científicas de grande profundidade, o NR-1 não carregava armamentos e destinava-se a realizar levantamentos oceanográficos e geológicos do leito marinho, apoiar a instalação de sensores submarinos (como componentes da rede SOSUS) e recuperar objetos de 20 interesse em altas profundidades[6]. Suas capacidades incomuns – como operar a mais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           de 900 m de profundidade (2–3 vezes além dos submarinos nucleares de ataque da época) e “rolar” sobre o fundo do mar utilizando rodas retráteis – permitiram ao NR-1 executar missões especiais durante a Guerra Fria, muitas delas confidenciais[6][7]. Entre as operações divulgadas, destacam-se o resgate de partes de um caça F-14 Tomcat que caiu no mar em 1976 e a busca e recuperação de destroços críticos do ônibus espacial
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Challenger após o desastre de 1986[8]. Historicamente, o NR-1 exemplificou a consolidação dos microreatores nucleares na década de 1960, em paralelo a iniciativas contemporâneas como os pequenos reatores portáteis do Exército dos EUA implantados em bases remotas (e.g. o reator PM-2A em Camp Century na Groenlândia em 1960 e um similar na Estação McMurdo, Antártida)[9]. Vale notar que o almirante Rickover chegou a idealizar uma frota de mini-submarinos nucleares do tipo NR-1 para diversas aplicações estratégicas, porém restrições orçamentárias impediram a construção de outras unidades
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           além desta única embarcação[10].
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na União Soviética, os anos 1960 também presenciaram os primeiros passos em microreatores. Um destaque foi o protótipo Romashka, desenvolvido pelo Instituto Kurchatov e ativado em 1964. O Romashka era um microreator experimental de 40 kW térmicos que inovou ao converter calor nuclear diretamente em eletricidade via termopares semicondutores, sem partes móveis[31][32]. Usando urânio altamente enriquecido em forma de carbeto (UC₂) e sem refrigerante líquido (calor conduzido por estrutura sólida), alcançou 0,3–10 kWe com confiabilidade, funcionando por 15.000 horas[33][34]. Embora o Romashka nunca tenha voado, foi concebido visando satélites e abriu caminho a reatores mais potentes. Após 1964, a URSS priorizou um design de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           conversão termoiônica (não termelétrica) mais potente, resultando nos reatores BES-5 “Buk”, usados em satélites espiões a partir do final dos anos 1960.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outra frente soviética foi o desenvolvimento de reatores móveis terrestres. Em 1961, engenheiros soviéticos construíram o TES-3, uma usina nuclear móvel montada sobre quatro esteiras de tanque pesadas, contendo módulos separáveis do reator, gerador de vapor, turbina e sala de controle[35][36]. O TES-3, de cerca de 1,5 MWe, iniciou testes em Obninsk em 1961, operou experimentalmente até 1965 e acabou abandonado em 1969[37]. Embora nunca utilizado fora do campo de testes, foi a primeira tentativa de um “reator sobre rodas” para prover energia em áreas remotas da URSS. Esse conceito permaneceria latente até ser retomado anos depois.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No fim da década, em 1967, a URSS lançou seu primeiro reator operacional no espaço – o início da série BES-5 “Buk”. Esses pequenos reatores (aprox. 100 kWt) equiparam satélites de reconhecimento oceânico soviéticos, fornecendo cerca de 3 kWe para radares de abertura sintética que rastreavam navios (satélites US-A). Ao todo, cerca de 30 satélites com reatores BES-5 foram lançados entre 1967 e 1988[38]. Um deles, o Cosmos-954, caiu no Canadá em 1978 espalhando material radioativo, incidente que levou a maior cautela e acordos internacionais sobre segurança de fontes nucleares no
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           espaço. Apesar dos riscos, essa série demonstrou longa duração (meses de operação) e inaugurou o uso prático de microreatores em órbita para missões militares.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em resumo, os anos 60 consolidaram os microreatores como realidade operacional limitada: serviram como unidades de potência em locais extremos (Groenlândia, Antártica, espaço) e plataformas de teste de design (reatores móveis, conceitos de conversão direta, etc.). Os conhecimentos adquiridos – positivos e negativos – guiariam as evoluções subsequentes em tecnologia nuclear de pequena escala.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           20 Novos Desdobramentos nas Décadas de 1970 e 1980
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nos anos 1970, o ritmo de implantação de microreatores diminuiu nos EUA, mas a pesquisa continuou e outros países avançaram projetos específicos. O programa do Exército americano foi gradativamente encerrado: o último reator do ANPP, o PM-3A da Antártica, desligou-se em 1972, e o MH-1A flutuante em 1977. A marinha dos EUA concentrou-se em reatores navais convencionais para submarinos e porta-aviões (de porte maior que micro). Entretanto, a crise do petróleo de 1973 renovou mundialmente o interesse por reatores nucleares menores para geração local, inclusive em países sem
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           acesso a grandes redes elétricas. Agências propuseram centrais nucleares de baixa potência para comunidades isoladas e usos industriais, antecipando o conceito moderno de SMR. Muitos desses não passaram do papel, em parte devido às barreiras regulatórias emergentes e à abundância de petróleo nos anos 1980 que reduziu o apelo econômico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um projeto notável do final dos 70 foi conduzido na então República Socialista Soviétic da Bielo-Rússia: o Pamir-630D. Desenvolvido pelo Instituto conjunto de Energia Nuclear em Sosny (Minsk), o Pamir era um microreator transportável por caminhões, concebido para fornecer ~0,6 MWe a partir de 5 MWt de calor gerado[39]. Seu núcleo era um reator de alta temperatura resfriado a gás e moderado por hidreto de zircônio, usando urânio altamente enriquecido (~45% U-235) como combustível[39]. Quatro caminhões compunham a usina: reator, turbina a gás, sistemas auxiliares e controle[40]. O ciclo de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           potência utilizava uma turbina de Brayton com tetróxido de dinitrogênio gasoso como fluido de trabalho[41] – opção incomum, escolhida talvez para compatibilidade com temperaturas e pressões do sistema. Dois protótipos Pamir-630D foram construídos e testados em 1976–1985, demonstrando operação da planta completa. Contudo, após alguma experiência operacional, o projeto foi cancelado em 1986, possivelmente em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           decorrência de questões de segurança e do acidente de Chernobyl aumentar escrutínio sobre projetos nucleares[39]. O Pamir foi o canto do cisne dos reatores móveis soviéticos, mostrando que a ideia era tecnicamente possível, porém logisticamente complexa e de alto custo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No cenário espacial, durante os anos 1970–80 a União Soviética dominou o uso de reatores em órbita. Além da continuidade dos BES-5 Buk, os soviéticos desenvolveram TOPAZ (também chamado de Yenisei) era um reator de cerca de 5 kW elétricos que usava tubos termiônicos integrados ao núcleo para converter calor em eletricidade. Dois satélites Cosmos lançados em 1987 operaram reatores TOPAZ-1, marcando a culminação da tecnologia espacial soviética. Nos anos seguintes, com o colapso da URSS, a Rússia chegou a vender reatores TOPAZ-II de demonstração aos EUA em 1992
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           para estudos conjuntos[42], mas não lançou novos reatores após 1988. Ainda assim, a expertise acumulada posicionou a Rússia para futuros projetos (como veremos nas décadas seguintes).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em paralelo, os EUA nessa época investiam em P&amp;amp;amp;D de sistemas nucleares espaciais de maior porte. Um esforço significativo foi o programa SP-100 (Space Power 100 kWe), iniciado em 1983 em colaboração NASA-DOD-DOE. O SP-100 visava um reator rápido de 2 MWt, refrigerado a lítio líquido, capaz de fornecer até 100 kW elétricos via conversores termoelétricos para uso em satélites grandes ou bases lunares[43]. Apesar de progressos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           técnicos (como desenvolvimento de combustível nitreto de urânio e materiais refratários), o SP-100 foi cancelado no começo dos anos 1990 após consumir quase US$1 bilhão, sem chegar a um lançamento[43]. A complexidade e falta de missão imediata contribuíram para seu fim. Ainda nos anos 80, o DOD americano estudou conceitos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           20 audaciosos como o projeto Timberwind – um reator nuclear de leito de esferas para fornecer megawatts a propulsores espaciais –, parte de um programa de propulsão multimegawatt que acabou engavetado[44].
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um acontecimento positivo dos 80 foi a retomada de ideias de microreatores para uso civil pacífico. O Canadá, por exemplo, havia introduzido nos anos 1970 o SLOWPOKE-2, um microreator de piscina de apenas 20–30 kW usado para pesquisa, ideal para universidades pela sua simplicidade e segurança passiva. Em 1985, a empresa Atomic Energy of Canada (AECL) construiu um protótipo de reator SLOWPOKE de 10 MWt para aquecimento distrital – essencialmente um microreator dedicado a fornecer água quente para calefação urbana. Esse reator de demonstração funcionou de 1987 a 1989 em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ottawa, comprovando a possibilidade de usar um núcleo nuclear minúsculo (≈~2 m de altura) para aquecer edifícios[45]. Apesar do sucesso técnico (água aquecida a 85°C fornecida a um campus), faltou interesse comercial e o sistema foi desativado. Ainda assim, esse projeto previu um nicho dos microreatores modernos: o fornecimento de calor industrial ou urbano, um mercado distinto da geração elétrica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por volta de 1985, o mundo contava também com dezenas de pequenos reatores de pesquisa (&amp;amp;lt;5 MW) em operação em diversos países, fruto do programa Átomos para a Paz. Países como Brasil, Argentina, Índia, Paquistão, dentre outros, utilizavam microreatores em universidades e laboratórios para produção de isótopos e treinamento de pessoal. Esses reatores, apesar de não serem novidade, constituem um legado importante: provaram que mesmo países emergentes podiam manter e operar microreatores de forma segura por décadas, desde que bem projetados e regulados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Exemplos incluem o reator Argonauta (Brasil, 0,5 kW, anos 1960, pesquisa) e o reator RA-6 (Argentina, 500 kW, 1982, treinamento). As lições de operação e regulamentação desses sistemas de pesquisa contribuíram para capacitação técnica e frameworks de segurança, facilitando que hoje diversos países considerem avançar para microreatores de potência.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em suma, as décadas de 70 e 80 tiveram menos novos microreatores energizados que a precedente, mas serviram para maturar tecnologias: conversão direta de energia (termopares e termiônica), reatores móveis a gás de alta temperatura, reatores de aquecimento, e estudos de integração reator-propulsores espaciais. O fim da Guerra Fria e acidentes como Three Mile Island (1979) e Chernobyl (1986) arrefeceram o ânimo para implantação de novos conceitos nucleares por um tempo, levando-nos ao próximo período.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Mudanças Pós-Guerra Fria (Anos 1990–2000)
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os anos 1990 foram marcados por estagnação em projetos nucleares inovadores, devido em parte a cortes orçamentários e ao foco em segurança aprimorada dos reatores existentes. Entretanto, plantaram-se sementes do que viria a ser o ressurgimento dos microreatores no século XXI.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Nos EUA, em 1991 o Exército formalmente encerrou o ANPP e transferiu a gestão de seus antigos reatores para atividades de descomissionamento e armazenamento seguro[46]. A experiência militar acumulada permaneceu documentada e estudos esporádicos continuaram avaliando a utilidade de pequenos reatores para bases (especialmente após a Guerra do Golfo realçar problemas logísticos de combustível).
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Em 1996, criou-se o Escritório de  Reatores do Exército (Army Reactor Office) para 20 supervisionar a segurança e eventualmente desfazer-se das instalações nucleares remanescentes[46].
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na esfera civil, durante os anos 90 a ideia de Pequenos Reatores Modulares (SMRs) começou a ganhar força em conferências e I&amp;amp;amp;D de empresas. Entretanto, “small” à época referia-se mais a 50–300 MWe, e poucas iniciativas focaram em sistemas micro. Uma exceção notável foi a proposta do reator modular da Toshiba 4S (Super-Safe, Small and Simple) concebido no final dos anos 90: um reator rápido refrigerado a sódio de 10 MWe,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           pensado para operar 30 anos sem reabastecimento. O 4S chegou a ser oferecido a comunidades remotas no Alasca nos anos 2000, mas não se efetivou, ilustrando as dificuldades de licenciar tecnologias não convencionais naquela época.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A agência espacial americana (NASA), após o cancelamento do SP-100, manteve acesa a pesquisa de conversão de energia nuclear. O Laboratório Los Alamos trabalhou em reatores de heat pipes (tubos de calor) como o projeto SAFE-400 (Safe Affordable Fission Engine) – um reator rápido de 400 kWt usando múltiplos heat pipes de sódio para remover calor do núcleo e acionar motores Stirling. Embora nenhum protótipo completo tenha sido construído nos anos 90, os conceitos e testes de componentes (clad de rênio, pastilhas de nitreto, etc.) definiram as bases para o programa Kilopower na década
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            seguinte[47][48]. Em paralelo, a exploração espacial seguia exigindo fontes de energia compactas: como o Pu-238 para RTGs tornou-se escasso, a NASA considerou retomar reatores de fissão para sondas de alto consumo. Porém, restrições orçamentárias pós-Guerra Fria atrasaram qualquer
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           novo reator de voo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Internacionalmente, a Rússia pós-soviética enfrentou severas limitações financeiras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Muitos projetos nucleares de vanguarda foram suspensos. Ainda assim, a marinha russa continuou operando seus pequenos reatores navais (por exemplo, quebra-gelos com reatores duplos de ~35 MWe cada). Houve também iniciativas para vender ou cooperar em tecnologia: além dos TOPAZ para os EUA, a Rússia discutiu na década de 90 a possibilidade de reatores nucleares portáteis para exportação. Um caso foi o do FNPP (Floating Nuclear Power Plant): concepção de montar reatores de quebra-gelo em barcaças para fornecer energia costeira. O projeto atrasou por anos, mas eventualmente
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           resultaria no Akademik Lomonosov lançado em 2018. Nos 90, isso ficava mais no papel.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No campo regulatório, os anos 90 viram o fortalecimento das agências nucleares nacionais e tratados internacionais. Requisitos de segurança se tornaram mais rígidos, com padrões de defesa em profundidade e análise probabilística de risco – complicando a aprovação de designs radicalmente diferentes (como microreatores rápidos, de sal fundido, etc.). Além disso, preocupações de proliferação nuclear ganharam destaque após casos como o do Iraque. Um microreator exportável levantava questões de uso indevido de combustível enriquecido, extravio ou sabotagem. Assim, apesar do baixo movimento prático, a década de 90 preparou o terreno – tanto em tecnologia latente quanto nos desafios regulatórios a serem superados pelo renascimento seguinte.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Renascimento dos Microreatores no Século XXI (2010–Presente)
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A partir de meados dos anos 2000 e especialmente na década de 2010, os microreatores nucleares voltaram ao foco, impulsionados por novos contextos: mudanças climáticas exigindo fontes limpas em variadas escalas, avanços tecnológicos (materiais, eletrônica,manufatura modular) e renovado interesse militar e aeroespacial. Vários países e empresas lançaram projetos de microreatores, muitos dos quais estão em desenvolvimento ativo atualmente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           20 Nos Estados Unidos, diversas iniciativas se destacam:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Programa de Microreatores do DOE: O Departamento de Energia (DOE) dos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           EUA estabeleceu um programa dedicado para viabilizar microreatores comerciais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Liderado pelo Laboratório Nacional de Idaho (INL), foca em P&amp;amp;amp;D para reduzir
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           riscos tecnológicos e preparar o caminho para demonstrações[1]. Um marco é o
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           projeto MARVEL (Microreactor Applications Research Validation and Evaluation),
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           um microreator experimental de ~100 kW térmicos que será construído no INL até
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           2024[49]. O MARVEL utilizará tecnologia madura – baseado no design do SNAP-
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           10A dos anos 60 – com núcleo de urânio de alto enriquecimento (HALEU),
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           refrigeração por NaK circulando por convecção natural e conversão por motores
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Stirling[30]. Operando a ~500 °C, ele servirá como plataforma de teste para
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           integrar microreatores a microrredes, dessalinização, produção de hidrogênio e
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           outros usos descentralizados[50]. Espera-se instalação rápida (menos de 1 ano) e
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           uso de componentes comerciais prontos[49]. O MARVEL é co-desenvolvido com
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           apoio da National Reactor Innovation Center (NRIC) e abrirá espaço para que
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           empresas testem seus equipamentos acoplados ao reator[50].
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Project Pele (DoD): O Departamento de Defesa, em paralelo, iniciou em 2019 o
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Projeto Pele para desenvolver um protótipo de microreator móvel visando
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           aplicações militares em bases avançadas[51]. Especificações exigem 1–10 MWe
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           de potência, operação por pelo menos 3 anos sem reabastecimento, usando
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           combustível HALEU TRISO em um reator de alta temperatura resfriado a gás
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (hélio ou nitrogênio) e capaz de ser transportado por caminhão, navio ou avião C-
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           17[4]. Critérios de segurança incluem ser inherentemente seguro, tolerando falhas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           completas sem derretimento do núcleo, e usar resfriamento passivo por ar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ambiente[4]. Após um concurso inicial, em 2021 o DoD selecionou dois projetos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           finais – da BWXT e da X-energy – para engenharia detalhada[52]. Espera-se
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           construir um protótipo para testes até 2024, com potencial de uso real por volta de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           2027[53]. O Pele visa não só suprir energia resiliente para bases (reduzindo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           dependência de comboios de combustível, que são vulneráveis), mas também
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           impulsionar a indústria privada na comercialização de vSMRs (very Small Modular
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Reactors)[51][54].
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Microreatores Comerciais (Startups e Indústria): Nos últimos anos, diversas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           empresas emergentes nos EUA apostam em projetos de microreatores
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           inovadores:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            A startup Oklo Inc. desenvolveu o conceito Aurora, um microreator rápido de 1,5
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           MWe utilizando combustível metálico HALEU (urânio-zircônio) e resfriado por
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           metal líquido. O Aurora foi o primeiro microreator a submeter licenciamento formal
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           à Comissão Reguladora Nuclear (NRC) em 2020[55]. Embora a licença inicial não
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           tenha sido aprovada em 2022 por lacunas no projeto, a Oklo continua ajustando o
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           design e até expandiu versões de 15 a 50 MWe para futuras aplicações[56][57]. O
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Aurora original tem formato compacto parecido a uma pequena casa cilíndrica e
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           seria instalado no INL para demonstração.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            A Westinghouse está desenvolvendo o eVinci, um microreator do porte de um
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           contêiner que usa um núcleo sólido rápido com heat pipes para remover o calor e
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           convertê-lo em energia elétrica. O eVinci almeja produzir em torno de 5 MWe e
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           operar por 8+ anos sem recarga, mirando mercados de comunidades isoladas,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           minas e instalações industriais. A Westinghouse recebeu apoio do DOE e visa 20
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           testá-lo até meados dos anos 2020[58] (o projeto BANR da BWXT também segue
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           linha similar, financiado pelo DOE).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            A empresa Ultra Safe Nuclear Corporation (USNC), sediada em Seattle, em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           parceria com o Canadá, está construindo o Micro Modular Reactor (MMR) – um
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           reator compacto de 5 MWt (≈1,5 MWe) com combustível TRISO encapsulado em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           blocos de grafite, resfriado a gás hélio. Uma dupla de MMRs deve fornecer energia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           e calor ao campus de Chalk River (Canadá) em um projeto de demonstração
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           previsto para operar por volta de 2026, tornando-se possivelmente um dos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           primeiros microreatores modernos conectados à rede.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Outros conceitos notáveis incluem o HolosGen (reator de alta temperatura
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           encapsulado em um único módulo integral), o Radiant (startup de ex-engenheiros
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           da SpaceX desenvolvendo microreator portátil “Aurora” – não confundir com Oklo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           – de 1 MWe para uso militar), e o U-Battery (consórcio britânico-canadense
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           liderado pela Urenco propondo um microreator de 4 MWe HTR para processos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           industriais). Em 2023, o Departamento de Defesa dos EUA selecionou oito
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           companhias para um programa de implantar microreatores estacionários em bases
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           até 2028, entre elas várias das citadas (Oklo, X-energy, Westinghouse, BWXT,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           etc.)[59][60] – sinal claro da maturidade crescente nesse setor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            NASA Kilopower e Propulsão Nuclear: No front aeroespacial, a NASA retomou
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ativamente a tecnologia de reatores nos anos 2010. O projeto Kilopower
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (2015–2018) desenvolveu pequenos reatores de 1 a 10 kWe para fornecer energia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           a bases lunares ou marcianas e sondas[61][62]. Em 2018, a NASA e o DOE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           testaram com sucesso o reator demonstrativo KRUSTY (Kilopower Reactor Using
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Stirling Technology), que gerou energia elétrica em um reator de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           aproximadamente 5 kW usando urânio altamente enriquecido e heat pipes de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           sódio acoplados a conversores Stirling[61][63]. O Kilopower comprovou a
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           simplicidade e robustez de um microreator espacial, apto a operar por 10+ anos,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ajustando potência conforme necessário e com fortes coeficientes negativos para
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           auto-regulação. Com base nesse sucesso, em 2022 a NASA contratou um
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           consórcio industrial (Lockheed Martin e outros) para desenvolver um sistema de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           potência de fissão de 40 kWe para a Lua até o final da década. Além disso, em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           cooperação com a DARPA, a NASA lançou o programa DRACO para demonstrar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           um foguete de propulsão térmica nuclear em 2027 – essencialmente, um
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           microreator de alta potência momentânea (cerca de 500 MWt) aquecendo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           hidrogênio para gerar empuxo. Embora focado em propulsão, esse reator será
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           compacto e avançado, evidenciando a confluência das tecnologias espacial e
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           microreator.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Fora dos EUA, outros países acompanharam o renascimento:
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Rússia: Anunciou planos para reatores pequenos e móveis para uso em bases no
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ártico. Em 2015, reportou-se que o Ministério da Defesa russo encomendou o
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           desenvolvimento de reatores portáteis de baixa potência montados em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           caminhões, veículos tracteis ou trenós, capazes de operação autônoma por vários
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           anos sem reabastecimento[64]. Esses seriam derivados do conceito MTSPNR
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (Reator Nuclear Pequeno Modular Transportável) concebido pela NIKIET, um
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           reator HTR a gás de ~2,5 MWe projetado para 25 anos sem recarga[65][66]. Até o
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           momento, detalhes públicos são escassos e presume-se que esses projetos ainda
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           estejam em fase de pesquisa ou protótipo. No campo civil, a Rússia teve êxito em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           2019 com o Akademik Lomonosov, a primeira usina nuclear flutuante moderna,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           20  empregando dois reatores KLT-40S de 35 MWe cada para abastecer uma cidade
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           remota na Sibéria. Já para aplicações espaciais futuras, a Roscosmos trabalha no
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           projeto TEM (Transport and Energy Module), um rebocador nuclear elétrico de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           megawatts utilizando reator rápido e propulsão iônica – prosseguindo a tradição
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           soviética, mas com tecnologia do século XXI.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            China: Tem demonstrado grande interesse em SMRs e também em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           microreatores. Reportagens indicam que a China desenvolve um “reator nuclear
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           portátil” (apelidado Hedianbao, ou “bateria nuclear”) para uso em ilhas e zonas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           remotas[67]. Esse sistema teria dimensões de apenas 6 metros de comprimento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           por 2,6 m de altura, supostamente refrigerado a chumbo e capaz de operar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           décadas sem reabastecer[67]. Planos visam instalação em ilhas disputadas do
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mar do Sul da China, fornecendo energia a instalações militares. Além disso, a
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           China conectou à rede em 2021 o primeiro SMR comercial de uso civil do mundo –
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           o Linglong-1 (ACP100) de 125 MWe – e embora não seja micro, indica a
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           capacidade de construção modular que pode ser aplicada a unidades ainda
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           menores. Pesquisadores chineses também exploram reatores de alto calor para
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           usos térmicos e propulsão nuclear para futuras espaçonaves.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Europa e Outros: No Reino Unido, a empresa Rolls-Royce concentrou-se em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           SMRs (~470 MWe), mas também recebeu financiamento da Agência Espacial do
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Reino Unido em 2023 para projetar um microreator lunar que poderia viabilizar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           operações na Lua. Consórcios europeus (França, Holanda, etc.) estudam
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           minirreatores para substituir geradores a diesel em bases de pesquisa na Antártica
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           e fornecer calor para indústrias. O Japão e a Coreia do Sul tradicionalmente
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           focaram em reatores maiores, mas centros de pesquisa como o JAERI japonês
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           nos anos 2000 propuseram conceitos de microreator de emergência (como o MRX
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           de 50 MWt, compacto para deploy rápido). O Canadá, além de abrigar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           demonstrações de empresas americanas, reativou seu interesse: em 2022, o
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           governo canadense atualizou regulamentações para licenciar microreatores e
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            empresas domésticas exploram reatores modulares para comunidades
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           indígenas no norte.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Brasil e países emergentes: Recentemente, até o Brasil manifestou intenção de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           desenvolver microrreatores nucleares – possivelmente adaptando tecnologias
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           dominadas (reatores de pesquisa ou propulsores navais) para gerar energia em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           regiões isoladas da Amazônia[68]. Em 2022, a Comissão Nacional de Energia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nuclear (CNEN) apoiou projetos locais de microrreatores com vistas a suprir
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           pequenas cidades, hospitais e instalações industriais de forma confiável e
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           limpa[69]. Embora ainda incipientes, essas iniciativas mostram o apelo global da
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ideia de “mini-usinas nucleares” para segurança energética distribuída.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Atualmente (2025), o panorama é de vários projetos em desenvolvimento ativo ou prestes a serem demonstrados. Alguns microreatores de última geração poderão operar já nos próximos anos, tornando-se os primeiros acréscimos reais ao legado histórico desde os anos 1960. Na seção a seguir, discutiremos as inovações tecnológicas e as lições incorporadas nesses novos designs em comparação aos antigos, bem como os desafios que persistem para sua adoção em larga escala.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Avanços Tecnológicos, Design e Segurança ao Longo do Tempo 20
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O desenvolvimento de microreatores desde 1946 evidenciou mudanças significativas em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           tecnologia, materiais, filosofia de projeto e abordagens de segurança:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Combustível e Materiais: Os primeiros microreatores frequentemente usavam
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           combustível de urânio altamente enriquecido (às vezes &amp;amp;gt;90% U-235) para
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           alcançar reatores muito compactos. Exemplos incluem o SL-1 e todos os reatores
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           do programa Army nos anos 60, bem como o SNAP-10A e reatores espaciais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           soviéticos[32][18]. Com o tempo, preocupações de proliferação e disponibilidade
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           de combustível levaram à preferência por combustíveis de enriquecimento mais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           baixo (HALEU &amp;amp;lt;20% U-235) sem sacrificar desempenho. Modernos projetos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           geralmente especificam HALEU TRISO (tristructural isotropic fuel) – partículas de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           urânio revestidas por camadas cerâmicas – que podem tolerar temperaturas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           extremas sem liberar produtos de fissão, oferecendo uma contenção dentro do
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           próprio combustível. Esse tipo de combustível, desenvolvido inicialmente para
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           reatores de alta temperatura nos anos 1980, agora equipa conceitos como o
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           projeto Pele dos EUA[4] e os MMRs da USNC. Em materiais estruturais, houve
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           evolução de aços inoxidáveis dos anos 60 (suscetíveis a corrosão sob radiação a
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           longo prazo) para ligas especiais e compósitos cerâmicos mais resistentes. Nos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           microreatores de calor elevado, surgiram ligas refratárias (p.ex. liga de Molibdênio
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ou Hastelloy) para resistir a 600–900 °C. A adoção de moderadores exóticos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           também ocorreu: o hidreto de zircônio (ZrH) provou-se útil para compactar núcleos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (usado no TRIGA, SNAP e alguns Army reactors), fornecendo coeficientes de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           reatividade negativos mas limitando a temperatura operacional a ~400 °C. Já
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           designs contemporâneos preferem grafite ou até moderadores metálicos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           avançados, ou mesmo nenhum moderador (reatores rápidos), para possibilitar alta
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           temperatura e mais energia por massa de combustível.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Sistemas de Refrigeração e Conversão de Energia: Inicialmente, muitos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           microreatores adotaram refrigeração por água leve pressurizada (PWR) – uma
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           tecnologia bem entendida graças aos submarinos. SM-1, PM-3A, etc., eram PWRs
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           em miniatura, com trocadores de calor gerando vapor para turbinas. A água é
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           eficaz até ~300 °C, mas exige pressões elevadas e limite de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           temperatura/moderador. Alternativas testadas nos anos 60 incluem: metais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           líquidos (NaK no SNAP-10A e Romashka, sódio em protótipos) permitindo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ~500 °C; gás (N₂/He) como no ML-1 e Pamir para atingir ~650 °C com turbina
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Brayton; e sal fundido (fluoreto de Na-Be) no ARE para estabilidade a alta
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           temperatura, embora o ARE tenha sido breve. Os novos microreatores tendem a
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           favorecer soluções passivas: muitos designs usam heat pipes – tubos selados
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           contendo fluido de trabalho que evapora e condensa ciclicamente – para
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           transportar calor do núcleo sem bombas[70][48]. Essa tecnologia, refinada desde
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           os anos 90 em Los Alamos, simplifica drasticamente o sistema de resfriamento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (dispensa circuitos externos ativos) e viabiliza reatores pequenos integrados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Projetos como o eVinci e o próprio Kilopower empregam heat pipes de sódio para
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           extrair calor diretamente do núcleo para conversores Stirling ou Brayton [71] [70].
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quanto à conversão de energia, evoluiu-se de turbinas a vapor convencionais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (eficientes mas complexas) para ciclos Brayton a gás compactos (empregados
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           no ML-1 e previstos no Pele), e para conversão estática (termopares, termiônica,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Stirling) que não requerem maquinário rotativo pesado. Os reatores espaciais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           soviéticos adotaram conversores termoiônicos dentro do núcleo – técnica rara na
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Terra mas útil em gravidade zero. Já o MARVEL e o Kilopower usam motores
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Stirling acoplados a alternadores, que em tamanhos pequenos oferecem bom
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           20 rendimento (~20–30% vs &amp;amp;lt;10% dos termopares antigos)[72][63]. Essa simplificação dos sistemas de potência torna os microreatores modernos mais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           leves, silenciosos e teoricamente menos sujeitos a falhas mecânicas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Segurança e Controle: A segurança nuclear conheceu aprimoramentos drásticos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os microreatores pioneiros confiavam em sistemas ativamente controlados e na
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           intervenção humana. O incidente do SL-1 e problemas no PM-3A demonstraram
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           que erros humanos e falhas mecânicas podiam ter consequências sérias se o
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           projeto não fosse tolerante. Em resposta, houve um movimento para projeto
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           intrinsecamente seguro, isto é, características físicas que naturalmente previnam
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           acidentes. O TRIGA foi exemplo precoce dessa filosofia (coeficiente de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           temperatura fortemente negativo evitando sobrepotência)[13]. Hoje, praticamente
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           todo microreator proposto enfatiza segurança passiva: núcleos pequenos com alta
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           condutividade térmica e grande margem para temperatura de fusão, design de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           geometria que limita reatividade máxima e efeito Doppler/temperatura sempre
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           negativo, e rejeição de calor por convecção ou condução sem necessidade de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           bombas. Adicionalmente, muitos incluem contenções robustas modulares (muitas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           vezes o reator vem dentro de um cásco de aço similar a um cask de combustível
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           usado) isolando completamente o núcleo do ambiente. Sistemas de autonomia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           digital e IA permitem controle e desligamento automáticos sem ação humana,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           reduzindo o risco de erro operacional. Por exemplo, o conceito do Projeto Pele
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           especifica operação por um time mínimo (6 pessoas, apenas 1 operador em turno)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           devido a alto grau de automação e monitoramento remoto[73][4]. Ao contrário dos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           anos 60, hoje espera-se que um microreator possa ligar-se, ajustar potência e
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           desligar-se praticamente sozinho, sob supervisão centralizada, tornando-o viável
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           em locais onde não há engenheiros nucleares presentes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Escalabilidade e Modularidade: Inicialmente, cada microreator era um protótipo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           único, adaptado ao seu propósito e local – pouca padronização existia. Isso
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           elevava custos unitários e dificultava reaplicação. Com o tempo, abraçou-se o
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           conceito de modularidade: projetar reatores como produtos padronizados,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           fabricados em série numa fábrica, e transportados prontos ou semi-montados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse é um pilar dos SMRs atuais e igualmente dos microreatores. A ideia é que
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           produção em massa e padronização tragam economia de escala e experiência
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           operacional compartilhada. A escalabilidade passa a ser obtida via replicação de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           unidades: por exemplo, para aumentar potência, instala-se múltiplos microreatores
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           em paralelo (clusters), em vez de construir um reator maior. Isso permite adicionar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           capacidade incrementalmente conforme a demanda, algo impossível com usinas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           gigantes convencionais. Além disso, vários projetos adotam a estratégia de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           núcleo substituível: o reator funciona ~10 anos, então é removido e enviado de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           volta à fábrica para reabastecimento, enquanto um núcleo novo é plugado na
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           unidade – minimizando tempo de inatividade. Esse modelo de “reator como
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           produto retornável” ecoa as propostas dos anos 60 (o ML-1 e outros já
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           vislumbravam reatores recolhidos aos EUA para reabastecer[3]), porém só agora a
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           logística e regulação começam a se alinhar para viabilizá-lo comercialmente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Abordagens de Projeto: Historicamente, a maioria dos microreatores era de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           neutrons térmicos (moderados) por facilidade de controle e menor
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           enriquecimento requerido. Porém, moderadores ocupam espaço; modernamente
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           há vários projetos de reatores rápidos compactos, que dispensam moderador
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            permitindo núcleo menor pelo alto enriquecimento e densidade de potência.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O 20 Oklo Aurora e o Megapower (conceito do LANL/Westinghouse para militares) são
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           rápidos refrigerados a metal, encapsulando muito combustível e absorvendo a
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           queima ao longo de ~10 anos sem intervenção. Já outras abordagens buscam
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           reatores epitermais ou espectro intermediário combinando combustível
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           moderadamente enriquecido com moderadores exóticos (ex.: hidreto de Zr) para
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ter compacidade e boa vida útil de combustível. Em termos de ciclo combustível,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           muito se avançou também: pioneiros usavam combustível metálico ou óxidos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           clássicos; agora examina-se nitretos e cerâmicas avançadas (silicetos) com maior
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           condutividade e capacidade de queima. Alguns microreatores futuristas poderiam
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           até aproveitar combustível reciclado de reatores maiores (fechando o ciclo),
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           embora isso demande infraestrutura não trivial.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em suma, os microreatores de hoje incorporam as lições de 80 anos de desenvolvimento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           nuclear: combinam o know-how de confiabilidade dos reatores navais (que operam sob
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           condições extremas com segurança), a inovação de materiais e combustíveis de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           programas avançados (TRISO, sal fundido, etc.), e a automação e enfoque modular da
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           era moderna. O resultado buscado são unidades pequenas de alta resiliência – capazes
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           de evitar acidentes graves mesmo sob cenários extremos – e flexibilidade de implantação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desafios Técnicos e Regulatórios Apesar do entusiasmo renovado, os microreatores enfrentam obstáculos significativos,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           alguns persistentes desde o passado, outros novos:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Desafios Técnicos: A engenharia de sistemas ultra-compactos impõe
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           compromissos. Remover calor eficientemente de um núcleo pequeno sem gerar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           pontos quentes exige soluções inovadoras (como heat pipes) que precisam ser
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           testadas exaustivamente. Componentes miniaturizados (bombas, turbinas,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           instrumentos) devem suportar alta radiação e longos períodos sem manutenção –
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           uma dificuldade que prejudicou projetos como o ML-1 nos anos 60 e que agora se
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           tenta resolver com projetos simplificados. A longevidade do combustível
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           também é crítica: para evitar recargas frequentes (desejável &amp;amp;gt; 5-10 anos de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           operação contínua), os combustíveis precisam atingir altas queimas sem
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           degradação, o que requer alta qualidade e às vezes alto enriquecimento, elevando
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           custos e implicações de segurança. O manuseio de calor residual após
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           desligamento é outro ponto – mesmo pequenos, os reatores precisam dissipar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           decaimento por dias/meses pós-desligamento com total confiabilidade passiva,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           sob pena de dano ao núcleo. Projetos atuais usam materiais com alta capacidade
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           térmica (grafite, sal fundido sólido etc.) para aguentar esse calor sem subir muito
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           de temperatura, e refletem bastante essa lição de resfriamento residual (o SL-1 e
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           outros incidentes históricos mostraram a importância disso).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Manufatura e Economia: Embora a ideia seja produzir em fábrica, no presente
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           não há cadeia industrial estabelecida para microreatores. Desenvolvedores têm
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           que investir na fabricação de peças customizadas (por exemplo, recipientes de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           pressão do tamanho de um barril, trocadores miniaturizados, sensores especiais).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Até que um protótipo seja construído e testado, há risco de sobrecustos e atrasos,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           como já vistos em SMRs maiores. Além disso, a economia de escala inversa
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           pode afetar: tradicionalmente reatores maiores geram eletricidade a custo menor
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           por MW. Romper essa barreira requer que microreatores economizem em outras
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           frentes (fabricação repetitiva, instalação rápida, mínimo pessoal de operação).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Críticos apontam que pequenos reatores já foram tentados antes e fracassaram
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           20 economicamente[74][75], portanto provar viabilidade financeira é tão importante
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           quanto resolver a engenharia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Infraestrutura de Combustível: Muitos microreatores planejam usar HALEU
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (entre 5% e 20% U-235). Atualmente, a disponibilidade desse combustível é
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           limitada – a única produção comercial significativa vinda da Rússia. Os EUA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           iniciaram programas para produzir HALEU domesticamente, mas em 2025 o
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           suprimento ainda é restrito. Isso pode atrasar projetos ou encarecer o combustível
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           inicial. Além disso, alguns conceitos requerem materiais exóticos (berílio, ligas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           especiais) que precisam de cadeia de suprimento confiável e certificada
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           nuclearmente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Obstáculos Regulatórios: Regulamentações nucleares foram criadas pensando
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           em grandes usinas e reatores convencionais. Licenciar um microreator inovador
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           pode enfrentar processos demorados e caros equivalentes a de um reator de 1000
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           MW[76]. Nos EUA, o NRC tem trabalhado em adaptar suas normas (ex.: proposta
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           da Part 53 para reatores avançados) para serem mais flexíveis e baseadas em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           performance em vez de prescritivas, mas o progresso é lento. Custos de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           licenciamento podem inviabilizar um projeto pequeno se não forem proporcionais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ao risco. Países como o Canadá adotaram abordagens como pre-licensing vendor
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           review, discutindo projetos de SMR/microreator em etapas iniciais para identificar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           barreiras cedo[76][77]. Outro aspecto é aprovar local de instalação: regulações de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           emergência, exclusão de área, segurança física contra sabotagem – tudo precisa
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ser dimensionado adequadamente para um microreator (que tipicamente contém
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           muito menos material físsil e decaimento). Há esforços internacionais de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           harmonização regulatória para aceitar certificações entre países, o que ajudaria
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           na comercialização global, mas isso ainda está em elaboração.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Aceitação Pública e Política: Desde os acidentes nucleares bem conhecidos, a
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           opinião pública tende a desconfiar de qualquer usina nuclear – mesmo minúscula.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Convencer comunidades e líderes a abrigar microreatores requer transparência e
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           demonstração de segurança. Curiosamente, microreatores podem mitigar algumas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           preocupações por serem instalados longe de centros densos (por exemplo, em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           bases ou áreas isoladas) e serem passivamente seguros, mas por outro lado, o
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           número maior de unidades distribuídas levanta questões de vigilância e controle.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Também há preocupações quanto à militarização – projetos como do Pentágono
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           reacendem debates sobre portabilidade nuclear e possíveis consequências
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           geopolíticas caso muitas nações adotem essas tecnologias.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Logística de Transporte e Descomissionamento: Levar um reator a um local
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           remoto significa também planejar retirá-lo no fim da vida ou em caso de problema.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso envolve transporte de material radioativo potencialmente danificado, o que
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           precisa de embalagens e protocolos robustos (já normatizados para combustível
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           irradiado, mas nem sempre para um reator inteiro). O peso e tamanho do módulo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           reator devem ficar dentro de limites de aviões ou navios – o projeto Pele impôs 40
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           toneladas como peso máximo para caber num C-17[4]. Além disso, microreatores
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           às vezes são propostos como fontes temporárias (por exemplo, em uma
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           emergência humanitária); assegurar que possam ser removidos sem deixar traços
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           radiológicos ou desperdícios locais é fundamental para aceitabilidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           20 Padrões de Segurança Novos: Alguns microreatores pretendem operar sem a
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           presença constante de operadores. Isso requer novos padrões de segurança
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           cibernética e confiabilidade de sistemas de controle remoto/autônomo, para evitar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           cenários de perda de comunicação ou invasões maliciosas. As agências
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           reguladoras agora consideram esses fatores (por exemplo, exigindo demonstração
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           de que um reator desligará em estado seguro caso perca contato com a central).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A boa notícia é que muitos desses desafios estão sendo ativamente trabalhados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Programas governamentais fornecem fundos para P&amp;amp;amp;D focada em fechar lacunas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           técnicas. Por exemplo, o DOE nos EUA financiou em 2020 dois protótipos avançados
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (não micro, mas relevantes) para acelerar tecnologias aplicáveis, incluindo um reator
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           rápido de sal fundido experimental que ajudará licenciar futuros conceitos[78][58]. No
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           campo regulatório, 2023 viu primeiros movimentos concretos: o NRC recebeu a primeira
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           aplicação completa de um microreator (Oklo Aurora), o Canadá já revisa pré-
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           licenciamento de vários projetos, e a IAEA lançou iniciativas de guidelines específicas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           para SMRs/micro. Acredita-se que demonstrações de sucesso – como um microreator
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           operando conforme prometido, sem incidentes – serão fundamentais para vencer o
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ceticismo e abrir caminho a maior adoção.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Principais Projetos de Microreatores: Período, País, Uso e Status
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A tabela a seguir resume os principais projetos e conceitos de microreatores nucleares
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           desde 1946, categorizando-os por período histórico, país/organização de origem,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           aplicação pretendida e seu status atual:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tabela 1: Microreatores notáveis de 1946 ao presente, por período, país, aplicação e
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           status
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Projeto (Ano) País /
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Organização
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Finalidade Status
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Clementine
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (1946)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           EUA – Los Alamos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Lab
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pesquisa (reator rápido
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           experimental)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desativado (1952)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ARE – Aircraft
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Reactor
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Experiment
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (1954)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           EUA – Oak Ridge
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (NEPA)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Militar (propulsão
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           nuclear aérea)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Concluído/teste
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (encerrado)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           SM-1 (1957) EUA – Exército
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (ANPP)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Militar (protótipo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           energia p/ base)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desativado (Fort
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Belvoir)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           SL-1 (1958) EUA – Exército
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (ANPP)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Militar (protótipo p/
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           bases remotas)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Acidentado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (1961)[26]
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           TRIGA Mark I
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (1958)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           EUA – General
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Atomics
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pesquisa/Academia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (educação, isótopos)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desativado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (1997)[79]
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           PM-2A (1960) EUA – Exército
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (ANPP)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Militar (energia p/ base
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           na Groenlândia)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desativado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (1964)[17]
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           PM-1 (1962) EUA – Força
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Aérea/Exército
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (ANPP)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Militar (base radar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           remota, Wyoming)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desativado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (1968)[16]
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           PM-3A (1962) EUA – Marinha
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (ANPP)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Militar (base Antártica,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           McMurdo)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desativado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (1972)[18]
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           20
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           SM-1A (1962) EUA – Exército
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (ANPP)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Militar (base remota,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Alasca)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desativado (1972)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ML-1 (1962) EUA – Exército
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (ANPP)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Militar (móvel, Brayton
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           a gás)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Protótipo cancelado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (1966)[2]
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           NR-1 (1969) EUA (Marinha) Submarino nuclear de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           pesquisa e engenharia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           submarina de grande
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           profundidade
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desativado (2008)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           SNAP-10A
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (1965)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           EUA – AEC/NASA Espacial (satélite; ~650
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           W elétricos)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em órbita
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (desligado)[80]
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Romashka
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (1964)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           URSS – Inst.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Kurchatov
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Espacial (protótipo c/
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           termoelétricos)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Concluído/teste
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (1964–66)[31]
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           BES-5 “Buk”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (1967)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           URSS – Programa
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           espacial militar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Espacial (satélites
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           reconhecimento ~3
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           kWe)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desativado (último
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           1988)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           TES-3 (1961) URSS – Exército
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Soviético
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Militar (usina móvel
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           sobre lagartas)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Protótipo (1961–65),
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           cancelado[37]
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           NERVA/Kiwi
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (1955–1972)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           EUA –
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           NASA/Commission
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Espacial (propulsão
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           nuclear térmica)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Prototipado (testes
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           concluídos)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           TOPAZ I e II
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (1987)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           URSS/Rússia –
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Roscosmos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Espacial (reator
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           termiônico ~5 kWe)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Operacional
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (1987–88), depois
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           cancelado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pamir-630D
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (1976)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           URSS
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (Bielorrússia) –
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sosny Institute
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Militar (móvel em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           caminhões, 0,6 MWe)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Protótipos (1976–85),
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           cancelado[39]
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           SLOWPOKE-2
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (1970)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Canadá – AECL Pesquisa (reator de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           piscina 20 kW)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vários operacionais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (treinamento)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           SLOWPOKE-
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           DH (1985)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Canadá – AECL Civil (aquecimento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           distrital 10 MWt)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Protótipo operado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (1987–89)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Hyperion
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Module (2008)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           EUA –
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Hyperion/Gen4
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Energy
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Civil (25 MWe rápido,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           modular)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conceito (empresa
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           fechou pivot)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Toshiba 4S
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (2007)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Japão/EUA –
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Toshiba
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Civil (10 MWe rápido,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           autônomo)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Projeto conceitual
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (não construído)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           KLT-40S FNPP
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (2019)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Rússia – OKBM
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Afrikantov
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Civil (barcaça flutuante
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           c/ 2×35 MWe)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em operação (Pevek,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Rússia)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Kilopower
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           KRUSTY
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (2018)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           EUA – NASA/DOE Espacial (protótipo 5
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           kWe, Stirling)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Teste bem-sucedido
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (terrestre)[63]
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           MARVEL
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (previsto
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ~2024)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           EUA – DOE/INL Pesquisa (plataforma
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           teste microreator 100
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           kWt)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           desenvolvimento[49]
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Projeto Pele
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Reactor (~2024
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           prot.)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           EUA – DoD
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (BWXT/X-energy)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Militar (móvel 1–5
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           MWe, forward bases)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Protótipo em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           construção[53]
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           20
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Oklo Aurora
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (1,5 MWe)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           EUA – Oklo Inc.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (privada)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Civil (off-grid, rápido,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           20-yr core)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Licenciamento em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           andamento (NRC)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Westinghouse
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           eVinci
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           EUA –
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Westinghouse
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (privada)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Civil (off-grid/industrial
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           5 MWe)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em P&amp;amp;amp;D (teste em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           2020s)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           USNC MMR
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (2020s)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           EUA/Canadá –
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           USNC &amp;amp;amp; Ontario
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Power
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Civil (campus, 1,5 MWe
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           HTR)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Construção (Chalk
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           River)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           U-Battery
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (2020s)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Reino
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Unido/Canadá –
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Urenco et al.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Civil (industrial 4 MWe
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           HTR)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Projeto conceitual
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (I&amp;amp;amp;D)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Radiant
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           microreactor
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (2020s)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           EUA – Radiant
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nuclear (startup)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Militar/Civil (portátil 1
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           MWe)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Protótipo em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           desenvolvimento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Hedianbao
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Battery”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (previsto
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ~2025)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           China – Academia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           CNNC
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Militar (portátil p/ ilhas,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           &amp;amp;lt;1 MWe)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em desenvolvimento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (detalhes sigilosos)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (Notas: Status Desativado refere-se a protótipos já desligados/encerrados; Operacional
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           indica uso ativo; Em desenvolvimento indica projeto atual sem operação ainda. Projetos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           puramente conceituais cancelados listados como &amp;amp;quot;Projeto conceitual&amp;amp;quot;.)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [81][82]
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como visto, a trajetória dos microreatores percorreu um ciclo completo: de experimentos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           rudimentares pós-guerra, passando por demonstradores militares ousados durante a
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Guerra Fria, até um período de hibernação, e agora renascendo em formas modernizadas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           e promissoras. Cada projeto listado contribuiu com lições – seja de engenharia, operação
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ou regulamentação – que pavimentam o caminho para os sistemas atuais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os microreatores de hoje combinam a portabilidade e flexibilidade imaginadas desde os
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           anos 60 com tecnologias de combustível e segurança do século XXI. Se os obstáculos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           remanescentes forem superados, microreatores nucleares poderão se tornar parte
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           integrante do panorama energético global, alimentando desde bases científicas polares e
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           missões espaciais interplanetárias até pequenas comunidades buscando energia limpa e
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           confiável nas próximas décadas.[83][3]
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [1] [30] [49] [50] [72] [83] DOE project supports microreactor deployment - World Nuclear
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           News
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://www.world-nuclear-news.org/Articles/DOE-project-supports-microreactor-
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           deployment
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [2] [3] [4] [5] [11] [16] [17] [18] [23] [24] [25] [35] [36] [37] [39] [41] [46] [51] [52] [53] [54]
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [58] [64] [65] [66] [73] [76] [77] [78] [81] [82] Small Nuclear Power Reactors - World
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nuclear Association
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://world-nuclear.org/information-library/nuclear-fuel-cycle/nuclear-power-
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           reactors/small-nuclear-power-reactors
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           20
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [6] Outline History of Nuclear Energy
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://world-nuclear.org/information-library/current-and-future-generation/outline-history-
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           of-nuclear-energy
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [7] Energy in Space, Part 1: Chemical Fuel and Nuclear Reactors
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://maxpolyakov.com/energy-in-space-part-1-chemical-fuel-and-nuclear-reactors/
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [8] [9] [10] [19] [20] [74] [75] The Forgotten History of Small Nuclear Reactors - IEEE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Spectrum
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://spectrum.ieee.org/the-forgotten-history-of-small-nuclear-reactors
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [12] SM-1 Nuclear Reactor at Fort Belvoir - Virginia Places
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           http://www.virginiaplaces.org/energy/nuclearbelvoir.html
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [13] [14] [15] [79] TRIGA - Wikipedia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://en.wikipedia.org/wiki/TRIGA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [21] APTIM to Decommission &amp;amp;amp; Dismantle Reactor at Fort Greely
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://www.aptim.com/media/aptim-to-decommission-and-dismantle-reactor-at-fort-greely/
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [22] On Fort Greely, Alaska, our SM-1A Former Nuclear Power Plant ...
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://www.facebook.com/USACEBaltimore/videos/on-fort-greely-alaska-our-sm-1a-
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           former-nuclear-power-plant-decommissioning-team-/529065786327034/
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [26] [27] SL-1 - Wikipedia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://en.wikipedia.org/wiki/SL-1
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [28] [29] [42] [43] [44] [47] [48] [70] [80] Nuclear Reactors and Radioisotopes for Space -
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           World Nuclear Association
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           http://world-nuclear.org/information-library/non-power-nuclear-
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           applications/transport/nuclear-reactors-for-space
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [31] [32] [33] [34] [38] Romashka reactor - Wikipedia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://en.wikipedia.org/wiki/Romashka_reactor
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [40] TES-3 (Транспортнайа ЭлектроСтанция 3), a 1960s Soviet mobile ...
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://www.reddit.com/r/TankPorn/comments/qianot/tes3_%D1%82%D1%80%D0%B0%
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           D0%BD%D1%81%D0%BF%D0%BE%D1%80%D1%82%D0%BD%D0%B0%D0%B9%D0
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           %B0_%D1%8D%D0%BB%D0%B5%D0%BA%D1%82%D1%80%D0%BE%D1%81%D1%
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           82%D0%B0%D0%BD%D1%86%D0%B8%D1%8F_3_a_1960s/
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [45] [PDF] District Heating with Slowpoke Energy Systems
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           G.F. Lynch
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://www.oecd-nea.org/upload/docs/application/pdf/2020-07/neacrp-a-1988-0943.pdf
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [55] Aurora – Oklo Application | Nuclear Regulatory Commission
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           20
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://www.nrc.gov/reactors/new-reactors/large-lwr/col/aurora-oklo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [56] Oklo&amp;amp;#39;s microreactor project pipeline jumps 93% ahead of 2027 ...
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://www.utilitydive.com/news/oklo-advanced-nuclear-microreactor-project-pipeline-
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           nrc/724343/
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [57] Oklo advances licence application for Aurora Powerhouse
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://www.neimagazine.com/news/oklo-advances-licence-application-for-aurora-
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           powerhouse/
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [59] US Department of Defense selects eight potential microreactor ...
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://www.world-nuclear-news.org/articles/us-department-of-defense-selects-eight-
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           potential-microreactor-suppliers
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [60] Radiant signs contract on microreactors for the military
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://www.ans.org/news/2025-08-14/article-7277/radiant-signs-contract-on-
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           microreactors-for-the-military/
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [61] [62] [63] [71] Kilopower - Wikipedia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://en.wikipedia.org/wiki/Kilopower
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [67] China developing world&amp;amp;#39;s smallest NPP
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://www.neimagazine.com/news/china-developing-worlds-smallest-npp-5029812/
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [68] Brasil tem seu próprio programa de reator e combustível nuclear
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202506/inb-lidera-projeto-inedito-de-
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           desenvolvimento-de-microrreator-nuclear-no-brasil
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [69] Com apoio da CNEN, Brasil avança no desenvolvimento de ...
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://www.gov.br/cnen/pt-br/assunto/ultimas-noticias/com-apoio-da-cnen-brasil-avanca-
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           no-desenvolvimento-de-microrreatores-nucleares
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           *Leonam dos Santos Guimarães é Assessor da Presidência da Amazul e Diretor
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Técnico da Associação Brasileira para o Desenvolvimento das Atividades
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nucl4eares - Abdan
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 13 Nov 2025 16:56:10 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.eventoscasaviva.com.br/evolucao-dos-microreatores-nucleares-conceito-e-aplicacoes-de-microreatores-nucleares</guid>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Apoiado pela ABEN, 2ª Edição do Workshop “SMR Brasileiro – Uma Proposta” fomenta discussão sobre pequenos reatores modulares</title>
      <link>https://www.eventoscasaviva.com.br/apoiado-pela-aben-2-edicao-do-workshop-smr-brasileiro-uma-proposta-fomenta-discussao-sobre-pequenos-reatores-modulares</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Apoiado pela ABEN, 2ª Edição do Workshop “SMR Brasileiro – Uma Proposta” fomenta discussão sobre pequenos reatores modulares
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           *Transcrito do site da ABEN
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/0f4748a7/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2024-11-27+at+16.10.28.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Promovido pela Casa Viva em parceria com a Associação Brasileira de Energia Nuclear (ABEN) e a Amazônia Azul Tecnologias de Defesa S.A. (Amazul), o 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           2º Encontro Sobre as Múltiplas Aplicações da Energia Nuclear e das Radiações / 2º Workshop “SMR Brasileiro – Uma Proposta”
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            teve início na manhã desta segunda-feira, dia 25, na cidade do Rio de Janeiro. Esse evento, que ocorre até amanhã, 26, dá seguimento ao debate iniciado no 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           1º Workshop “O SMR brasileiro: uma proposta”
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , realizado durante o XV Seminário Internacional de Energia Nuclear (SIEN 2024), no fim de agosto, e visa avançar na discussão rumo à consolidação do projeto do primeiro Pequeno Reator Modular (Small Modular Reactor – SMR) Brasileiro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A mesa de abertura foi composta pelo Presidente da ABEN, Carlos Freire Moreira; o Diretor-Presidente da Amazul, Vice-Almirante Newton de Almeida Costa Neto; o Secretário Naval de Segurança Nuclear e Qualidade da Marinha do Brasil, Almirante de Esquadra Petronio Augusto Siqueira de Aguiar; e o Chefe de Gabinete da Eletronuclear e 2⁰ Vice-Presidente da ABEN, André Luiz Osório, representando o Diretor-Presidente da Eletronuclear, Raul Lycurgo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Também compareceram à abertura do 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           evento
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            o 1⁰ Vice-Presidente da ABEN, Antônio Müller, e a Diretora da ABEN Olga Mafra, bem como profissionais e técnicos de instituições como Eletronuclear, Marinha do Brasil, Amazul, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da UFRJ (Coppe/UFRJ), Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen), Indústrias Nucleares do Brasil (INB), Diamante Energia, Senado Federal, Empresa de Pesquisa Energética (EPE/MME), Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI/PR), Associação Brasileira para o Desenvolvimento de Atividades Nucleares (Abdan), Atech, Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen/Cnen), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Framatome, Consulado do Canadá no Rio de Janeiro, Petrobras, KEV Energia do Brasil e Universidade Federal de Goiás (UFG), entre outras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os presentes na mesa de abertura ressaltaram a importância de o Brasil criar efetivamente um projeto para desenvolver um SMR nacional, uma vez que o tema é debatido com frequência há cerca de dez anos no escopo da AIEA. Além disso, frisaram as inúmeras aplicações dos SMRs, que, além da geração de eletricidade, também beneficiarão as matrizes energéticas, podendo ajudar a descarbonizar setores eletrointensivos como os de indústria pesada (calor industrial) e transporte. Inclusive, o papel futuro dos Small Modular Reactors constará do novo Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE),
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           elaborado pela EPE.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na sequência, a Oficial Sênior de Segurança Nuclear da AIEA, Paula Calle Vives, ministrou uma palestra virtual sobre os esforços da comunidade internacional em cooperar no desenvolvimento e na regulamentação de SMRs. Esse painel (“Aspectos para a implantação Segura e Protegida de SMRs – Harmonização e Padronização”) também teve apresentação online da Especialista Sênior da AIEA Eve-Lyne Pelletier, com foco na trilha da indústria em prol da harmonização e padronização.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na palestra seguinte, sobre “Os SMRs Pelo Mundo – Visão Atual”, o Diretor Técnico da Amazul, Almirante Carlos Alberto Matias, abordou o panorama de SMRs no mundo e o crescimento das discussões internacionais sobre o tema nos últimos anos. Segundo ele, hoje existem 108 projetos registrados para pequenos reatores e microrreatores modulares, em países como Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Rússia, República Tcheca, Romênia, Polônia, China, Filipinas, Ucrânia, Suécia, Arábia Saudita, Ruanda, Mianmar, Japão, Indonésia, França, Bélgica, Argentina, Coreia do Sul, África do Sul, Dinamarca, Índia, Luxemburgo e Itália. Além disso, novas oportunidades poderão surgir em áreas como mineração, siderurgia e plantas químicas, Inteligência Artificial (IA) e data centers, propulsão para o transporte marítimo e soluções energéticas integradas, em seu entendimento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Neste primeiro dia, o Workshop teve apresentações sobre “O Brasil e os Preparativos para a Era dos SMRs: Desafios e Perspectivas no Licenciamento Nuclear”, os “Desafios Regulatórios para o Licenciamento de SMR no Ambiente Marítimo”, o “Licenciamento Ambiental para os SMRs: Legislação, Impactos Ambientais e Aceitação Social”, os “SMRs na descarbonização da Indústria Pesada e dos Transportes”, as “Possibilidades de financiamento do SMRB”, o “Engajamento dos Atores e Aceitação Pública” e a “Cadeia de Fornecedores Privados”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No segundo dia (26/11), estão previstas palestras sobre a “Viabilidade do Emprego de SMRs no Brasil”, o “Uso da Tecnologia Nuclear na Confirmação ou Exclusão de Alzheimer e Fibromialgia”, a “Radiologia Industrial – Uso da Radiação (método de ensaio não destrutivo) para a garantia da qualidade”, a “Conservação de Alimentos” e o “Uso das Radiações na Indústria, Saúde e Meio Ambiente”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/0f4748a7/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2024-11-27+at+16.10.28.jpeg" length="392498" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 27 Nov 2024 22:37:44 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Iniciativa da AIEA para agilizar a implantação de SMR avança para a fase de implementação</title>
      <link>https://www.eventoscasaviva.com.br/iniciativa-da-aiea-para-agilizar-a-implantacao-de-smr-avanca-para-a-fase-de-implementacao</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Iniciativa da AIEA para agilizar a implantação de SMR avança para a fase de implementação
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A energia nuclear é a segunda maior fonte de eletricidade de baixo carbono hoje, depois da energia hidrelétrica, e responde por cerca de 25% da eletricidade limpa do mundo
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/0f4748a7/dms3rep/multi/AIEA+-+grossi-nhsi-211024-1140x640.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                                                      *FOTO: Rafael Mariano Grossi, Diretor Geral da AIEA, falaz na abertura da 3ª reunião plenária da Iniciativa de Padronização e Harmonização Nuclear (NHSI)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os esforços globais para convergir diferentes tipos de tecnologias de pequenos reatores modulares, bem como suas abordagens regulatórias, continuam a fazer forte progresso, de acordo com a última reunião da Iniciativa de Harmonização e Padronização Nuclear da AIEA. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A iniciativa, conhecida como NHSI, foi criada porque a implantação global de reatores avançados e, particularmente, SMRs, requer que um projeto padronizado seja licenciado em vários países para ser rápido e eficiente, e para que os desenvolvedores alcancem economias de escala. Abordagens regulatórias harmonizadas também são vitais para permitir a implantação rápida e segura de SMRs. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A terceira reunião plenária do NHSI foi realizada em Viena esta semana (21 a 25/10/2024), antes da abertura da 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.iaea.org/events/smr2024" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Conferência Internacional da Agência sobre Pequenos Reatores Modulares e suas Aplicações
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            , e abordou o progresso até agora, bem como discussões sobre a direção sugerida para a próxima fase. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O diretor-geral da AIEA, Rafael Mariano Grossi, abriu a reunião anual, dizendo: “Dificilmente passa um dia sem notícias muito empolgantes de alguma empresa fechando um acordo ou alguém dizendo que fará algo importante e empolgante em SMRs. O NHSI é sobre o que vai além das manchetes, o que vai além das expectativas.” 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Diretor-Geral acrescentou que os SMRs são “o que o mercado precisa e o que o planeta precisa”. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Convergência Regulatória
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “A implantação global de SMRs precisará de um grau de convergência regulatória”, acrescentou Grossi. “Não estamos visando a uníssono, pois é impossível, mas sem alguns graus de colaboração concreta onde podemos alavancar o que os outros estão fazendo, o modelo de negócios de modularidade e flexibilidade simplesmente não vai funcionar.” 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Trilha da indústria
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Aline des Cloizeaux, Diretora da Divisão de Energia Nuclear da AIEA, explicou que a visão do projeto é “tornar a energia nuclear mais simples, mantendo-a
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           segura e protegida”. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ela acrescentou: “Estamos abrindo caminho para projetos SMR que são mais rápidos, mais simples e mais econômicos de implementar.” 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O segmento industrial do NHSI teve mais de 200 colaboradores de mais de 30 países e trabalhou em quatro áreas principais de harmonização, incluindo requisitos do usuário final e colaboração em códigos de computador para monitorar a segurança e o desempenho de reatores nucleares
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           avançados ( 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.iaea.org/newscenter/news/new-iaea-nexshare-network-promotes-cooperation-on-code-validation-for-smr-design-and-licensing" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           NEXSHARE
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            ). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os objetivos de curto prazo são mapear caminhos e reduzir crono
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           gramas e custos para fornecedores e clientes; facilitar abordagens comuns para aprovações regulatórias; e reunir lições aprendidas com modelos de implantação de SMR – com o objetivo de longo prazo de preparar a indústria, usuários finais e países para implantação de SMR em larga escala. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Trilha Regulatória
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Anna Hajduk Bradford, Diretora da Divisão de Segurança de Instalações Nucleares da AIEA, explicou os objetivos da segunda faixa da iniciativa. “A aspiração de longo prazo da faixa regulatória do NHSI é o desenvolvimento de uma estrutura global para revisões regulatórias de reatores avançados. Esta é uma meta ambiciosa.” 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As medidas para atingir esse objetivo incluem a construção de um alto nível de confiança entre os órgãos reguladores e uma compreensão dos pontos em comum e das diferenças entre as estruturas regulatórias em diferentes países. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O NHSI tem trabalhado em estreita colaboração com reguladores nacionais, "sempre garantindo que os estados-membros mantenham sua própria soberania e tomada de decisões", acrescentou Bradford. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Além disso, prevemos a criação de um grupo de trabalho dedicado à segurança nuclear de SMRs, que servirá como outro recurso importante para os
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estados-Membros.” 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Debate Internacional
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dezenas de países também deram suas opiniões sobre o progresso do NHSI até agora e planos para o futuro. Houve amplo acordo sobre o valor do trabalho feito na primeira fase e a direção planejada para a segunda fase, com muitos tópicos levantados para consideração contínua. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Christer Viktorsson, Diretor Geral, Federal Authority For Nuclear Regulation (FANR), Emirados Árabes Unidos, disse: “Está claro que esta iniciativa está tendo um efeito, ela já está criando um momento para trabalhar em direção à harmonização e padronização. Está claro que a Fase II deve se concentrar na implementação de projetos da Fase I.” 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Paul Fyfe, do Office For Nuclear Regulation (ONR) do Reino Unido, concordou: “A cooperação e colaboração entre a indústria e os reguladores é fundamental. O UK ONR apoia fortemente a Fase II. Há uma necessidade real de que esse trabalho seja feito.” 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Marcus Nichol, Diretor Executivo para Nova Energia Nuclear do Instituto de Energia Nuclear dos Estados Unidos, concordou: “Compartilhamos suas visões que você articulou tanto para o caminho da indústria quanto para facilitar as estruturas regulatórias e reduzir mudanças desnecessárias de design, então agradecemos isso. Todas as propostas para a Fase II estão no caminho certo, todas essas áreas serão valiosas.” 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Representantes de reguladores e da indústria falaram sobre uma série de outras questões relacionadas a salvaguardas; questões de segurança; compartilhamento de informações com países recém-chegados; confidencialidade; evitar duplicação de trabalho; colaboração entre reguladores, projetistas e operadores; escolher as melhores prioridades; e garantir que especialistas técnicos sejam consultados. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O NHSI está agora passando para a próxima fase, que será implementar muitas das recomendações elaboradas pelos grupos de trabalho. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Fase II também se concentrará em fornecer ferramentas para ajudar a entender melhor as semelhanças e diferenças regulatórias, examinará os requisitos de usuários específicos da tecnologia e explorará o que é necessário para facilitar a aprovação do que é conhecido como itens de longo prazo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O valor dos SMRs
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A energia nuclear é a segunda maior fonte de eletricidade de baixo carbono hoje, depois da energia hidrelétrica, e responde por cerca de 25% da eletricidade limpa do mundo. Embora os reatores em operação atualmente continuem na vanguarda da descarbonização da eletricidade em muitos países, a inovação nuclear está trazendo novas tecnologias e designs, como SMRs, que podem oferecer uma opção viável para atingir energia limpa e abundante acessível a mais países. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os SMRs têm uma capacidade de energia de tipicamente até 300 MW(e) — cerca de um terço da capacidade de geração de um reator de energia nuclear tradicional. Seus componentes podem ser fabricados em massa em fábricas e então transportados e instalados em locais, o que pode torná-los mais acessíveis e rápidos de construir. Os SMRs também podem ser localizados em locais remotos e em áreas sem linhas de transmissão e capacidade de rede suficientes. Finalmente, os SMRs estão sendo considerados para aplicações elétricas e não elétricas e são adequados para operação flexível, fornecendo estabilidade para redes elétricas em sistemas de energia integrados que combinam energia nuclear, renováveis ​​variáveis ​​e armazenamento de energia para fornecer fornecimento de energia resiliente e limpa para diferentes usuários na forma de calor, eletricidade e hidrogênio. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fonte&amp;gt; Newsletter da AIEA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 28 Oct 2024 21:29:05 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Novo relatório da AIEA sobre mudanças climáticas e energia nuclear pede aumento significativo no financiamento</title>
      <link>https://www.eventoscasaviva.com.br/novo-relatorio-da-aiea-sobre-mudancas-climaticas-e-energia-nuclear-pede-aumento-significativo-no-financiamento</link>
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      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Novo relatório da AIEA sobre mudanças climáticas e energia nuclear pede aumento significativo no financiamento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mecanismos de financiamento que apoiem a escala, a força de trabalho e o desenvolvimento da cadeia de suprimentos serão necessários para atingir as metas climáticas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fonte: Newsletter AIEA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/0f4748a7/dms3rep/multi/aiea+-+foto+-+ilustra%C3%A7%C3%A3o.png"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
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          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>REATORES DE PEQUENO PORTE DEVERÃO SER ALIADOS PODEROSOS NA TRANSIÇÃO ENERGÉTICA</title>
      <link>https://www.eventoscasaviva.com.br/reatores-de-pequeno-porte-deverao-ser-aliados-poderosos-na-transicao-energetica</link>
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      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           REATORES DE PEQUENO PORTE DEVERÃO SER ALIADOS PODEROSOS NA TRANSIÇÃO ENERGÉTICA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           SMRs poderão apoiar a descarbonização da indústria siderúrgica, de cimento, alumínio e
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           nos transportes
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/0f4748a7/dms3rep/multi/ship-286761_1280.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Os reatores modulares pequenos (SMRs) podem desempenhar um papel crucial na descarbonização de setores de difícil redução de emissões, como as indústrias siderúrgicas, de cimento, alumínio e no transporte marítimo e aéreo, de várias maneiras: fornecimento de calor de alta temperatura; produção de hidrogênio limpo; eletrificação e cogeração; descarbonização do transporte marítimo; fornecimento de energia para processos de captura e armazenamento de carbono (CCUS); transporte aéreo e combustíveis sintéticos.”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quem garante é o engenheiro nuclear Leonam dos Santos Guimarães, Assessor da Diretoria da Amazul – Amazonia Azul e diretor técnico da Associação Brasileira para o Desenvolvimento das Atividades Nucleares (Abdan). O especialista vai participar do 2º Workshop SMR Brasileiro, nos dias 25 e 26 de novembro, na sede da Seaerj, no Rio.  Segundo Leonam Guimarães, os SMRs têm o potencial de desempenhar um papel transformador na descarbonização de setores de difícil redução ao oferecer fontes de calor de alta temperatura, eletricidade limpa e produção de hidrogênio. Sua flexibilidade, modularidade e capacidade de operar em locais mais diversos tornam-nos particularmente adequados para apoiar a transição energética nesses setores intensivos em carbono.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O SMR BRASILEIRO
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O 2º Workshop SMR Brasileiro acontecerá de forma integrada ao Seminário Múltiplas Aplicações da Energia Nuclear e das Radiações, que vai debater os benefícios socioeconômicos e ambientais da tecnologia nuclear e terá como tema central “O projeto do pequeno Reator Modular Brasileiro (SMBR), Aplicações, Licenciamento, Financiamento e Aceitação Pública”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A proposta é dar seguimento ao debate iniciado no 1º Worrkshop realizado durante o XV SIEN, em agosto, e avançar mais nessa discussão rumo à consolidação do projeto do primeiro SMR Brasileiro. A tecnologia de SMRs e suas possibilidades têm sido amplamente discutida, no Brasil e no exterior, e mais de 80 projetos de SMR estão em avaliação no exterior. Diante da necessidade de conter o aumento da temperatura no planeta, os Pequenos Reatores Modulares (SMRs) ganham papel estratégico nessa corrida contra o tempo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A tecnologia traz uma mudança de paradigma com grande oportunidade de reduzir o tempo de construção e os custos iniciais de implantação associados às grandes centrais nucleares. Em consequência, levará a uma maior participação da energia nuclear na matriz energética global, com efeitos positivos para atual necessidade de redução de emissões de carbono, com segurança energética pela diversificação das fontes e garantia do abastecimento para atendimento das pessoas e da economia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fonte de calor para a indústria
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Muitas indústrias, especialmente a siderúrgica e a de cimento, requerem calor em altas temperaturas para seus processos produtivos. Os SMRs, particularmente aqueles projetados para fornecer calor além de geração de eletricidade, como os reatores de alta temperatura (HTRs), podem suprir essa necessidade. O uso de calor nuclear substitui combustíveis fósseis em processos industriais, como a produção de aço e cimento, reduzindo significativamente as emissões de carbono.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A captura e armazenamento de carbono (CCUS) é uma tecnologia que pode ser aplicada em indústrias como a de cimento e siderurgia, mas demanda grande quantidade de energia. SMRs poderiam fornecer a energia necessária para esses processos de forma sustentável, contribuindo para a redução líquida de carbono desses setores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os SMRs também podem ser utilizados para gerar hidrogênio através da eletrólise da água ou processos termoquímicos, sem a emissão de carbono, ao contrário da produção de hidrogênio a partir de gás natural (a forma predominante atualmente). Esse hidrogênio pode ser usado como insumo em processos industriais, como na produção de aço com base em hidrogênio (DRI - Direct Reduced Iron), e também como combustível para transporte marítimo e aéreo, promovendo a descarbonização desses setores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outro ponto positivo é o fato de que os SMRs podem fornecer eletricidade limpa e calor simultaneamente (cogeração), atendendo a indústrias que demandam ambas as formas de energia. Isso não só proporciona uma fonte de energia livre de carbono, como também pode aumentar a eficiência energética dos processos industriais. A eletrificação de processos industriais intensivos em energia e a substituição de fontes fósseis por energia nuclear pode reduzir consideravelmente as emissões de CO₂.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Descarbonização dos transportes
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No transporte marítimo, que depende fortemente de combustíveis fósseis, os SMRs poderiam ser usados para fornecer energia nuclear a embarcações, similar ao que já ocorre em submarinos e navios quebra-gelo. Essa abordagem poderia ser expandida para navios comerciais, reduzindo drasticamente as emissões associadas ao transporte marítimo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Transporte aéreo e combustíveis sintéticos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Embora o transporte aéreo seja um dos setores mais difíceis de descarbonizar diretamente com energia nuclear, SMRs poderiam apoiar a produção de combustíveis sintéticos, como combustíveis líquidos a partir de CO₂ capturado e hidrogênio produzido com energia nuclear. Isso ofereceria uma alternativa de baixo carbono para a aviação, que atualmente depende de combustíveis fósseis.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://epbr.com.br/assunto/petrobras/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Petrobrás
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , inclusive, já está estudando a possibilidade de usar reatores nucleares modulares de pequeno porte (SMRs) como fonte de energia de baixo carbono para as atividades de produção de 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://epbr.com.br/mercado/petroleo-e-gas/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           petróleo e gás
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . A informação foi divulgada no Site da Agência EPBR e é parte do esforço da companhia para reduzir as emissões nas operações e ganhar competitividade com a extração de um petróleo com menos emissões associadas. No momento, o trabalho está na fase de levantamento de potenciais rotas tecnológicas e os desafios associados, assim como as potenciais aplicações nas operações.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           SERVIÇO
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           INFORMAÇÕES GERAIS:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (21) 3301-3208 / 99699-1954
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           workshopsmrb24@gmail.com / casavivaoperacional@gmail.com
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           2º Encontro Sobre as Múltiplas Aplicações da Energia Nuclear e das Radiações
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           2º WORKSHOP “SMR BRASILEIRO. UMA PROPOSTA”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           LOCAL: Sociedade dos Engenheiros e Arqiotetos do Estado do Rio de Janeiro – SEAERJ
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Endereço: Rua do Russel, Nº 1, Glória, Rio de Janeiro
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/0f4748a7/dms3rep/multi/ship-286761_1280.jpg" length="240145" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 28 Oct 2024 21:16:18 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.eventoscasaviva.com.br/reatores-de-pequeno-porte-deverao-ser-aliados-poderosos-na-transicao-energetica</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/0f4748a7/dms3rep/multi/ship-286761_1280.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/0f4748a7/dms3rep/multi/ship-286761_1280.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Pesquisas sobre a Fusão Nuclear começam a ganhar força no Brasil</title>
      <link>https://www.eventoscasaviva.com.br/pesquisas-sobre-a-fusao-nuclear-comecam-a-ganhar-forca-no-brasil</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pesquisas sobre a Fusão Nuclear começam a ganhar força no Brasil
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pesquisadores buscam o envolvimento progressivo do setor privado nacional para que este absorva e domine as tecnologias associadas ao desenvolvimento da fusão nuclear
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/0f4748a7/dms3rep/multi/Foto+divulga%C3%A7%C3%A3o+-+Debate+fus%C3%A3o+Nuclear+-+Semin%C3%A1.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Destaque entre os debates realizados durante o 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://aben.org.br/seminario-sobre-as-multiplas-aplicacoes-da-energia-nuclear-e-das-radiacoes/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           1º Seminário sobre Múltiplas Aplicações da Energia Nuclear e das Radiações
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , ocorrido no último dia 15/06, no Rio de Janeiro, a Fusão Nuclear começa a virar realidade no Brasil, através do Programa Nacional de Fusão Nuclear, que agora busca a parceria do setor privado que, seguramente, será um dos segmentos que mais poderá se beneficiar do desenvolvimento da tecnologia.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O debate sobre o tema durante o Seminário reuniu o professor do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (Ifusp) e coordenador do projeto de modernização do 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://portal.if.usp.br/imprensa/pt-br/media-gallery/detail/325/2477" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           reator tokamak TCABR
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             da USP, Gustavo Paganini Canal, e os representantes do Instituto Mauá de Tecnologia (IMT)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ari Nelson Rodrigues Costa e Alessandro de Oliveira Santos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Durante sua apresentação, dividida pelos desenvolvimentos da fusão nuclear no mundo e no Brasil e pela exploração das tecnologias associadas ao desenvolvimento da fusão, o professor Gustavo Canal explicou as ações fundamentais para a implementação do Programa Nacional de Fusão Nuclear (PNFN). “Implantação de um laboratório de porte nacional que concentre e coordene esforços que levem ao desenvolvimento da fusão nuclear no País, formação de recursos humanos através de participação de grupos de pesquisa nacionais atuantes na área de fusão nuclear e envolvimento progressivo do setor privado nacional para que este absorva e domine as tecnologias associadas ao desenvolvimento da fusão nuclear”, frisou.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O objetivo do PNFN, destacou o pesquisador, é definir diretrizes e ações de curto, médio e longo prazo que criem no País as condições necessárias para incluir a fusão nuclear em nossa matriz energética, caso a fonte venha a se mostrar atrativa no futuro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ainda segundo ele, o tokamak brasileiro TCABR, em processo de modernização por meio de um sistema inovador de bobinas magnéticas para controle de instabilidades de plasma, deverá ser a primeira máquina do Laboratório de Fusão Nuclear (LFN), a qual propiciará a realização de todas as provas de conceito necessárias para projetar o primeiro reator de fusão nuclear do País. Além disso, o 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.fap.if.usp.br/~vannucci/TCABR.html" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           reator TCABR
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            poderá ser a segunda máquina no planeta a produzir plasma em qualquer forma.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O professor Gustavo Canal também salientou que o desenvolvimento de supercondutores de alta temperatura viabilizará o domínio da fusão nuclear em escala comercial, pois a chamada “rota acelerada” permite reduções de tamanho e custo de reatores a fusão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Spin-offs tecnológicos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No entendimento do coordenador do projeto de modernização do reator tokamak TCABR, a pesquisa em fusão nuclear propiciará o desenvolvimento de bobinas supercondutoras para o Brasil, beneficiando indústria e comércio, usinas eólicas (geração e distribuição de energia), motores navais (aplicações na indústria naval e Defesa) e equipamentos de ressonância magnética nuclear (aplicação na saúde).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Já o desenvolvimento de fontes de alta potência e de alto desempenho é de grande interesse nos setores de transporte (motores para tração metroviária), geração de energia (excitatrizes de geradores elétricos) e de geração de energia / indústria / comércio (tochas de plasma). Por fim, em sua visão, o desenvolvimento de materiais resistentes a altas temperaturas e altos fluxos de calor também atrai grande interesse nas áreas aeroespacial, de fissão nuclear, alto-fornos etc.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tokamaks no País
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além do TCABR, acrônimo de Tokamak à Chauffage Alfvén Brésilien, que é operado pelo Laboratório de Física de Plasmas (LFP) do Ifusp, existem outros dois tokamaks em atuação no Brasil: o Experimento Tokamak Esférico (ETE), operado pelo antigo Laboratório Associado de Plasma (LAP) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), e o NOVA-Ufes, operado pelo Laboratório de Plasma Térmico (LPT) da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           entre outros temas da agenda, o Seminário colou em debate também o uso da tecnologia nuclear na medicina e a cultura da segurança no setor nuclear, entre outros, como a aplicação da tecnologia na agricultura, defesa, através do submarino nuclear, indústria do petróleo e outros usos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.gov.br/cnen/pt-br/assunto/pesquisa-desenvolvimento-e-ensino-na-area-nuclear/PropostadeProgramaNacionaldeFusoNuclear2.pdf" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           + Proposta de Programa Nacional de Fusão Nuclear (fonte: Comissão Nacional de Energia Nuclear – Cnen)
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://aben.org.br/?s=fus%C3%A3o" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           + Notícias sobre fusão
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Foto: Da esquerda para a direita – Gustavo Paganini Canal, professor do Ifusp e coordenador do projeto de modernização do reator tokamak TCABR da USP; moderador Ari Nelson Rodrigues Costa, do Instituto Mauá de Tecnologia (IMT); e professor Alessandro de Oliveira Santos, também do IMT / Crédito: Bernardo Andrade
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fonte: Site ABEN
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mais Informações
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.eventoscasaviva.com.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           www.eventoscasaviva.com.br
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            (21) 3301-3208 /
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="mailto:inscricao.planeja@gmail.com" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           inscricao.planeja@gmail.com
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/0f4748a7/dms3rep/multi/Foto+divulga%C3%A7%C3%A3o+-+Debate+fus%C3%A3o+Nuclear+-+Semin%C3%A1.jpg" length="56935" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 20 Jun 2023 14:25:53 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.eventoscasaviva.com.br/pesquisas-sobre-a-fusao-nuclear-comecam-a-ganhar-forca-no-brasil</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/0f4748a7/dms3rep/multi/Foto+divulga%C3%A7%C3%A3o+-+Debate+fus%C3%A3o+Nuclear+-+Semin%C3%A1.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/0f4748a7/dms3rep/multi/Foto+divulga%C3%A7%C3%A3o+-+Debate+fus%C3%A3o+Nuclear+-+Semin%C3%A1.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>RETOMADA DE ANGRA 3 É DEBATIDA NA UERJ</title>
      <link>https://www.eventoscasaviva.com.br/retomada-de-angra-3-e-debatida-na-uerj</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           RETOMADA DE ANGRA 3 É DEBATIDA NA UERJ
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Executivo da eletronuclear diz que pequenas obras já estão em andamento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/0f4748a7/dms3rep/multi/OBRA+DE+ANGRA+3+-+VISTA+LOCAL.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A retomada da Usina Nuclear Angra 3, cujas obras recomeçam em agosto, foi um dos temas do 6º Seminário sobre Energia Nuclear: Aspectos Econômicos, Políticos e Ambientais, que começou nesta terça-feira (21) na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). Organizado pelo Programa de Pós-Graduação em Geografia (PPGEO) do Instituto de Geografia da Uerj e Casa Viva Eventos, com patrocínio da Eletronuclear, o seminário termina amanhã (22). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em sua exposição, o chefe do Departamento de Controle de Bens e Serviços da Eletronuclear, Jean Campelo Brunswick, que até ontem (20) desempenhou a função de superintendente de Gerenciamento de Empreendimentos, disse que a empresa está desenvolvendo o Plano de Aceleração da Linha Crítica, que deverá se estender até a contratação do Epecista, de modo que não se perca tempo e se mantenha o cronograma de entrada comercial da usina, estimado para fevereiro de 2028. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Isso é o que está sendo considerado hoje pela Eletronuclear”, afirmou. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mobilização 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Brunswick disse à 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Agência Brasil
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            que o Plano de Aceleração do Caminho Crítico de Angra 3 está começando. A assinatura de contrato com o consórcio formado por Ferreira Guedes, Matricial e Adtranz, que permitirá a retomada das obras da usina nuclear Angra 3, foi em fevereiro deste ano, e o consórcio está, no momento, mobilizando pessoal e iniciando pequenas obras no canteiro. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A previsão é que já entre com concreto em agosto e, a partir daí, ocorra efetivamente a retomada da obra, acrescentou Brunswick. A conclusão da superestrutura de concreto do edifício do reator de Angra 3 é considerada como um marco importante “porque é uma efetiva retomada”. Ele ressaltou, entretanto, que as obras já foram retomadas, a partir da contratação do consórcio liderado pela Ferreira Guedes. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em 2015, quando as obras foram paralisadas, com 65% delas já concluídas, tinham sido gastos R$ 7,8 bilhões na usina. “A gente vai passar desses 65% para 100%, em 2028”, disse o executivo da Eletronuclear, que não soube precisar o montante de investimentos que ainda será aplicado no projeto. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O consórcio realiza algumas obras de infraestrutura que as próprias empresas vão usar, como vestiário e refeitório, além de trabalhar na central de concreto que vai ser usado no edifício do reator. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Na fase atual, entre 99% e 100% da mão de obra contratada serão nacionais. “Porque mão de obra estrangeira é muito específica e, normalmente, está associada a algum tipo de trabalho de um componente nuclear ou alguma estrutura mais específica. Vai ser pontual, pelo menos nessa fase. Hoje, é 100% nacional o que está lá”. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Próximo passo 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Segundo Brunswick, o próximo passo será a contratação do Epecista, ou projetista, fornecedor e construtor, simultaneamente. Este foi o modelo definido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a retomada de Angra 3. Na verdade, será uma empresa ou consórcio que finalizará as obras civis e a montagem eletromecânica da usina, o que ocorrerá por meio de contrato de EPC (sigla em inglês para engenharia, gestão de compras e construção). Nessa fase, será contratada também mão de obra estrangeira, porque são diversos componentes, muitos dos quais, importados e que têm assistência da Framatome, um dos principais líderes mundiais no setor da energia nuclear, cuja participação é significativa na etapa atual do Plano de Aceleração. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A previsão é que a contratação do Epecista ocorra por volta de 2024. “Quem entrar vai ter que fazer o restante das obras civis, a montagem eletromecânica e o comissionamento”, destacou Brunswick. Ele disse que a privatização da Eletrobras não altera em nada a operacionalização das usinas nucleares
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Angra 1 e 2. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De acordo com Brunswick, o que muda é que, antes, a usina estava sob controle da Eletrobras e que agora, a ex-
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           holding 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           do setor elétrico passa a ser uma investidora do projeto. “Do ponto de vista prático, não muda, porque o estudo de modelagem do BNDES continua, vai ter a licitação do mesmo jeito.” O que muda é a questão da fonte de recursos, que passa a ser da nova 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           holding 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional (ENBpar), criada pelo governo federal, que vai abrigar ativos de Eletronuclear e Itaipu Binacional, explicou. “Não afeta o cronograma de Angra 3 de modo algum”, concluiu. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fonte: Agência Brasil
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/0f4748a7/dms3rep/multi/OBRA+DE+ANGRA+3+-+VISTA+LOCAL.jpeg" length="168340" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 29 Jun 2022 20:52:01 GMT</pubDate>
      <author>emiliano2001@uol.com.br (CARLOS EMILIANOELEUTERIO)</author>
      <guid>https://www.eventoscasaviva.com.br/retomada-de-angra-3-e-debatida-na-uerj</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/0f4748a7/dms3rep/multi/OBRA+DE+ANGRA+3+-+VISTA+LOCAL.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/0f4748a7/dms3rep/multi/OBRA+DE+ANGRA+3+-+VISTA+LOCAL.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>ELETRONUCLEAR PREPARA RETOMADA DAS OBRAS DE ANGRA 3 JÁ EM AGOSTO</title>
      <link>https://www.eventoscasaviva.com.br/eletronuclear-prepara-retomada-das-obras-de-angra-3-ja-em-agosto</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ELETRONUCLEAR PREPARA RETOMADA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           DAS OBRAS DE ANGRA 3 JÁ EM AGOSTO
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/0f4748a7/dms3rep/multi/angra+3+-+2+%282%29+%281%29.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Cerca de 80 funcionários já estão preparando o caminho para o Consórcio Ferreira Guedes iniciar
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           a colocação de concreto
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dentro de três meses vai acontecer o tão esperado reinício das obras da usina de Angra 3. A retomada da construção da planta de 1.405 MW de potência vai começar pela construção civil da usina, através do Plano de Aceleração do Caminho Crítico, que prevê para agosto o início das obras civis, com a colocação de concreto.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Segundo revelou o diretor técnico da Eletronuclear, Ricardo Santos, os trabalhos de mobilização já estão em curso. Cerca de 80 funcionários estão preparando o caminho para a retomada do empreendimento. As obras serão executadas pelo consórcio de empresas formado pela Ferreira Guedes, Matricial e ADtranz, vencedor da licitação realizada pela Eletronuclear para a retomada de Angra 3, no âmbito do Plano de Aceleração do
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Caminho Crítico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assunto que concentra a atenção do Setor, a retomada das obras de Angra 3 está na agenda do 6º Seminário sobre Energia Nuclear: Aspectos Econômicos, Políticos e Ambientais (PPGEO NUCLEAR-UERJ).O evento é realizado pelo Programa de Pós-Graduação em Geografia (PPGEO/UERJ) do Instituto de Geografia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IGEOG-UERJ), em parceria com a Casa Viva Eventos Especializados e acontecerá de 21 a 23 de junho próximo. O evento discute também outros temas de interesse da sociedade, como a geração de energia, aplicações da radiação na medicina e indústria. A agenda prevê ainda outros assuntos importantes, como a geração de energia, o Programa de Submarinos Nucleares, a construção de novas usinas no País.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Histórico
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com as obras paralisadas desde 2015, a usina Angra 3 terá cerca de 82.000 m² de área construída. Com investimentos previstos de 15,5 bilhões nos próximos cinco anos, Angra 3 concentra todas as atenções do setor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Iniciada em 1984, a construção da unidade foi interrompida duas vezes — a última em 2015, quando pouco mais de 60% do empreendimento já tinha
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            sido concluído. Prevista para entrar em operação no início de 2027, Angra 3 vai gerar mais de 10 milhões de MWh por ano, energia suficiente para atender aproximadamente 6 milhões de residências.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, como se trata de geração sem dependência de condições climáticas, a usina contribuirá para o aumento da confiabilidade do Sistema Interligado Nacional (SIN).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A organização do PPGEO NUCLEAR 2022 programou uma visita técnica à Central Nuclear de Angra dos Reis no terceiro dia do evento (23/06) para um grupo de 35 pessoas inscritas no evento, por ordem de adesão. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas no Site da Casa Viva (www.eventoscasaviva.com.br) ou através do e-mail inscrição.planeja@gmail.com.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mais Informações:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           www.eventoscasaviva.com.br
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (55 21) 3301-3208 /
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ppgeonuclear@gmail.com
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <pubDate>Tue, 03 May 2022 15:57:10 GMT</pubDate>
      <author>emiliano2001@uol.com.br (CARLOS EMILIANOELEUTERIO)</author>
      <guid>https://www.eventoscasaviva.com.br/eletronuclear-prepara-retomada-das-obras-de-angra-3-ja-em-agosto</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
    </item>
    <item>
      <title>GUIA PRÁTICO QUE ENSINA A REDUZIR EMISSÕES  NAS CIDADES E NO CAMPO NA AGENDA DO EVENTO</title>
      <link>https://www.eventoscasaviva.com.br/guia-pratico-que-ensina-a-reduzir-emissoes-nas-cidades-e-no-campo-na-agenda-do-evento</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           GUIA PRÁTICO QUE ENSINA A REDUZIR EMISSÕES NAS CIDADES E NO CAMPO NA AGENDA DO EVENTO
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/0f4748a7/dms3rep/multi/cabe%C3%A7alho+2021.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Políticas públicas e medidas práticas que podem ser adotadas por qualquer município do País e sociedade em geral para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, denominado “SEEG Soluções”, vai ser tema de palestra durante o 6º Seminário de Energias Renováveis e Eficiência Energética, no próximo dia 25/11/2021’, em modo online. O evento tem por objetivo debater tecnologias, soluções e experiências que possibilitem o uso mais racional da energia disponível, além do papel reservado às novas fontes renováveis e limpas na matriz energética do País.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Lançado pelo Observatório do Clima, o Sistema SEEG Soluções traz uma lista de ações adequadas a cada setor emissor e cada tamanho de cidade. Disponível para consulta no site 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://seeg.eco.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           seeg.eco.br
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , a plataforma foi construída a partir do diagnóstico das emissões dos 5.570 municípios do Brasil realizado este ano. Para cada setor, a fonte de emissões tem um conjunto de sugestões de ações. Pelo menos 87 ações práticas podem ser adotadas imediatamente por prefeituras e sociedade Brasil afora para reduzir as emissões de gases de efeito estufa. O tema será abordado durante o evento pelo Coordenador de Projetos do Instituto de Energia e Meio Ambiente– IEMA, Ricardo Baitelo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Seminário de Energias tem como tema central “A Transição Energética, Desafios para Garantir Energia ao Desenvolvimento”, e trata de assuntos como Produção de Hidrogênio, Eficiência Energética na Indústria, Energia Eólica e Solar, Panorama climático mundial e no Brasil, Geração e consumo de energia no Brasil, Crise Hídrica, Redução e racionalização do consumo de energia, Geração Distribuída, entre outros.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                    
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
              PALESTRANTES CONFIRMADOS
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ø  Paulo Artaxo, Instituto de Física da USP e membro do IPCC, Prêmio NOBEL 2007
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ø  Altino Ventura Filho, Ex-Secretário de Planejamento do MME
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ø  Christiano Vieira, Secretário de Energia do MME
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ø  Leonam Guimarães, Presidente da ELETRONUCLEAR
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ø  Nivalde de Castro, Coordenador do GESEL/ UFRJ
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ø  Renato Queiroz, Instituto Ilumina
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ø  Renata Leite Falcão, Superintendente do PROCEL ELETROBRAS
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ø  Frederico Rocha de Araújo, Presidente da ABESCO
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ø  Suda Neto, Especialista em Eficiência Energética da FIRJAN
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ø  Ricardo Baitelo, Instituto de Energia e Meio mbiente– IEMA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ø  Olga Simbalista, Board of Directors American Neclear Society - ANS                       
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Elbia Gannoum, Presidente Executiva da ABEEÓLICA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ø  Rodrigo Pedroso, Conselheiro da ABSOLAR
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ø  Karla Lepetitgaland, Departamento de Novos Empreendimentos da ELETRONUCLEAR
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/0f4748a7/dms3rep/multi/cabe%C3%A7alho+2021.jpg" length="180895" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 19 Nov 2021 14:52:14 GMT</pubDate>
      <author>emiliano2001@uol.com.br (CARLOS EMILIANOELEUTERIO)</author>
      <guid>https://www.eventoscasaviva.com.br/guia-pratico-que-ensina-a-reduzir-emissoes-nas-cidades-e-no-campo-na-agenda-do-evento</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/0f4748a7/dms3rep/multi/cabe%C3%A7alho+2021.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/0f4748a7/dms3rep/multi/cabe%C3%A7alho+2021.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>GOVERNO PRETENDE CONSTRUIR MAIS UMA USINA NUCLEAR ATÉ 2031</title>
      <link>https://www.eventoscasaviva.com.br/governo-pretende-construir-mais-uma-usina-nuclear-ate-2031</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           GOVERNO PRETENDE CONSTRUIR MAIS UMA USINA NUCLEAR ATÉ 2031
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Anuncio foi feiro no “Nuclear Innovation for a Net Zero World, na COP26
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/0f4748a7/dms3rep/multi/Angra-3-868x644.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Depois incluir no PNE 2050 a construção de novas usinas nucleares para agregar mais 10 mil MW à matriz elétrica do País em 30 anos, o Ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, anunciou a instalação de mais uma planta nuclear no Brasil nos próximos 10 anos. Oassunto já está na agenda do XIII Seminário Internacional de Energia Nuclear (SIEN 2022), que acontecerá em agosto, no Rio de Janeiro. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A indicação da nova usina vai constar do Plano Decenal de Energia (PDE) 2031, programa que serve de base para expansão da geração de energia elétrica no Brasil, e que será anunciado em fevereiro de 2022. O anuncio foi feiro pelo ministro em evento especial realizado durante a COP26 para discutir o papel da energia nuclear no processo de redução de emissões de gases do efeito estufa. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Brasil participou do painel “Nuclear Innovation for a Net Zero World, organizado pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA). Durante o encontro, o ministro reforçou os planos do país para a nuclear e destacou a importância dessa fonte no cumprimento de metas climáticas e ambientais. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E foi taxativo: “
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nós consideramos que a energia nuclear foi, é e será essencial e fundamental para a transição energética. A fonte nuclear continuará sendo essencial não apenas para o nosso país, mas para todo o mundo, contribuindo para a descarbonização e a segurança energética. O mundo está enfrentando agora uma série de desafios no suprimento de energia. E a fonte nuclear tem um papel essencial nesse cenário
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ”,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           concluiu Bento Albuquerque. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <pubDate>Wed, 10 Nov 2021 17:47:57 GMT</pubDate>
      <author>emiliano2001@uol.com.br (CARLOS EMILIANOELEUTERIO)</author>
      <guid>https://www.eventoscasaviva.com.br/governo-pretende-construir-mais-uma-usina-nuclear-ate-2031</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
    </item>
    <item>
      <title>BRASIL É O 20º NO RANKING GLOBAL DA    ISO EM GESTÃO E ECONOMIA DE ENERGIA</title>
      <link>https://www.eventoscasaviva.com.br/brasil-e-o-20-no-ranking-global-da-iso-em-gestao-e-economia-de-energia</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;b&gt;&#xD;
    
          BRASIL É O 20º NO RANKING GLOBAL DA ISO EM GESTÃO E 
         &#xD;
  &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           ECONOMIA DE ENERGIA
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Entre os países integrantes do BRICS, País só perde para a África do Sul, que ocupa a 61ª. China está em 2º lugar, Índia em 6º e a Rússia em 18º 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/0f4748a7/dms3rep/multi/cabe%C3%A7alho+2021.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;font&gt;&#xD;
    
          O Brasil ocupa a 20ª posição no ranking global da ISO (International Organization for Standardization) em certificados de sistemas de gestão e economia de energia, a ISO50001. É o que mostra a mais recente pesquisa divulgada pela entidade, a ISO Survey 2020. No país, 116 empresas e instituições têm a ISO50001. 
         &#xD;
  &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A posição do Brasil na pesquisa global não é muito animadora, segundo avaliação do coordenador do Comitê Brasileiro de Gestão e Economia (ABNT/CB116), Alberto J. Fossa. “Num país com perspectivas de enfrentamento de uma crise energética, é decepcionante o avanço que o Brasil teve desde 2011, quando a norma ISO50001 foi publicada”, disse Fossa. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           No ranking global, o Brasil está empatado com a Irlanda. A Alemanha é o país com o maior número de certificados: 6436. Outros países do bloco europeu, como Reino Unido, Itália, França e Espanha, também estão nas primeiras posições do ranking.Olhando para os países integrantes do BRICS - grupo de países de mercados emergentes em relação ao seu desenvolvimento econômico-, o Brasil só perde para a África do Sul, que ocupa a 61ª. A China está em 2º lugar no ranking global, com 3.748 certificados, a Índia está em 6º e a Rússia em 18º. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Potencial é grande 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           O assunto está no centro dos debates do VI Seminário Nacional de Energias Renováveis e Eficiência Energética que a CASA VIVA vai realizar no próximo dia 25 de novembro, em modo online. O objetivo é debater tecnologias, soluções e experiências que possibilitem o uso mais racional da energia disponível, além do papel reservado às novas fontes renováveis e limpas na matriz energética do País. Aumentar a eficiência energética é hoje tão importante quanto criar novas fontes de geração, e o Brasil precisa ser mais agressivo com esta política, especialmente neste momento de crise hídrica e energética. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           “Ainda há muito espaço para avançarmos quando o tema é implantação de sistema de gestão de energia. Muitos países do Leste Europeu, com economias bem menores que a brasileira, como Bulgária, República Checa, Croácia e Hungria, estão se saindo melhor que nós. Isso sem levar em consideração o potencial de indústrias e organizações a serem certificadas, dado o tamanho e importância econômica do Brasil”, afirmou Fossa. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A pesquisa feita pela ISO, a Survey 2020, mostra uma estimativa do número de certificações válidas em 31 de dezembro de 2020 e inclui 12 tipos de certificações ISO. A ISO50001 é a quinta maior em número de certificados emitidos, com 45.092 certificações. A ISO9001 é a líder, com 1.299.837 certificados em todo o mundo, seguida da ISO14.001, com 568.798. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           As Inscrições para o VI Seminário Nacional de Energias Renováveis e Eficiência Energética estão abertas em www.eventoscasaviva.com.br 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Mais informações podem ser obtidas no Site e através do e-mail energiasrenovaveis021@gmail.com e contato@eventoscasaviva.com.br. E também pelos telefones(21) 33013208 / 99699-1954 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Fonte: Procel Info 
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Com informações da Abrinstal 
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/0f4748a7/dms3rep/multi/conjunto+apoio-fd97c374.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <pubDate>Fri, 22 Oct 2021 18:02:42 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.eventoscasaviva.com.br/brasil-e-o-20-no-ranking-global-da-iso-em-gestao-e-economia-de-energia</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
    </item>
    <item>
      <title>CRISE HÍDRICA E CLIMA IMPÕEM MUDANÇAS NA MATRIZ E EFICIÊNCIA NO USO DA ENERGIA</title>
      <link>https://www.eventoscasaviva.com.br/crise-hidrica-e-clima-impoem-mudancas-na-matriz-e-eficiencia-no-uso-da-energia</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         CRISE HÍDRICA E CLIMA IMPÕEM MUDANÇAS NA MATRIZ E EFICIÊNCIA 
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          NO USO DA ENERGIA
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/0f4748a7/dms3rep/multi/windmills-5643293_1920.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;b&gt;&#xD;
    
          Crise exige mais agressividade para aumentar a eficiência energética de forma contínua em seu planejamento e evitar futuras crises energéticas
         &#xD;
  &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Com forte impacto sobre o meio ambiente e o bolso do consumidor, a contratação de novas usinas térmicas, conforme prevê a lei de privatização da Eletrobrás, vai resultar em um aumento de 33% nas emissões anuais do setor elétrico em comparação com 2019, com efeitos não apenas na qualidade do ar, mas também no uso da água. O alerta é do Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA), que considera inadiável intensificar os esforços de descarbonização, ao contrário do que acontece hoje no Brasil.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           As térmicas têm sido a única opção do País para enfrentar a ameaça de racionamento gerada pela crise hídrica que tem impacto direto na geração de energia do País, cuja matriz elétrica ainda depende em mais de 60% de usinas termelétricas. E a tendencia é que o problema continue, até que o País consiga suprir com outras fontes limpas e eficientes a perda da capacidade hidrelétrica. Outra prioridade inadiável é incluir a eficiência energética de forma contínua em seu planejamento, para evitar futuras crises energéticas.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
            O tema está no centro dos debates do VI Seminário Nacional de Energias Renováveis e Eficiência Energética que a CASA VIVA vai realizar no próximo dia 25 de novembro, em modo online. O objetivo é debater tecnologias, soluções e experiências que possibilitem o uso mais racional da energia disponível, além do papel reservado às novas fontes renováveis e limpas na matriz energética do País.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Ficha caiu para o clima
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Em meio a mais grave crise hídrica dos últimos 91 anos, com a possiblidade de racionamento batendo às portas dos brasileiros, a “ficha caiu” para a questão do aquecimento global e das mudanças climáticas, que vêm provocando fenômenos climáticos extremos em todo o planeta. Ao lado de fontes de energia de base e firme que possam complementar a geração hidrelétrica de forma sustentável, o País não pode mais prescindir de nenhuma alternativa para ampliar a geração de energia limpa e buscar melhores índices de eficiência energética em todos os setores da economia de forma mais agressiva.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A tendência mundial aponta para investimentos em fontes renováveis e nuclear, como recomenda a própria Agência Internacional de Energia, que chega a defender medidas extremas para conter a escalada do aquecimento global, como o investimento “zero” em combustíveis fósseis.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           O Brasil acordou para a questão nuclear e vem implementando medidas concretas para impulsionar seu Programa como opção. Mas essa alternativa que demanda longo prazo não basta, é preciso investir na geração solar, eólica, biomassa, biogás, hidrogênio etc., cujos índices de produção e consumo vem crescendo e ganhando espaço no País.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Indicadores melhoram
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Privilegiado nesse ponto de vista, no Brasil as fontes renováveis de energia alcançaram uma demanda de 46,1% de participação na Matriz Energética, um aumento de 0,6 ponto percentual em relação ao indicador de 2018, segundo o Ministério de Minas e Energia. As fontes de energia renováveis incluem a hidráulica, a eólica, a solar e a bioenergia. O indicador brasileiro representa três vezes o mundial.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A demanda total de energia chegou a 294 milhões tep, mostrando crescimento de 1,4% sobre 2018, acima da taxa do PIB (1,1%), e respondendo por 2% da energia mundial. A energia solar cresceu 92% e a eólica, 15,5%, fontes que, somadas, contribuíram com 50% do aumento da participação das 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           renováveis na matriz.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           O desempenho do setor de energia em 2019 chama a atenção em três importantes resultados: crescimento do consumo das famílias, renovabilidade e segurança, afirma o MME.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           O consumo residencial de energia elétrica cresceu 3,5% e o consumo comercial cresceu 4,5%. O de biocombustíveis líquidos no setor de transportes (etanol e biodiesel) teve crescimento de 11%, chegando a uma participação de 25,1% na energia total do setor, indicador oito vezes maior que o mundial. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           No indicador de segurança energética, o Brasil que historicamente foi dependente de importações de energia até 2017, em 2018 teve superávit de 1,4% e em 2019 este superávit aumentou para 4,9% (produção primária acima da demanda total). Mas os aumentos de 7,6% na produção de petróleo e de 9,5% na produção de gás natural foram determinantes no melhor superávit de energia.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Os indicadores fazem parte da Resenha Energética Brasileira de 2020, tendo como fonte de dados o Balanço Energético Nacional do ano base 2019 (edição 2020), concluído pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), com a cooperação do Ministério de Minas e Energia e as Empresas e os 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Agentes do Setor Energético.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Segundo a WNA (Associação Nuclear Mundial, da sigla em Inglês), hoje, 14% da energia elétrica no mundo provêm de fonte nuclear, e este percentual tende a crescer com a construção de novas usinas, principalmente nos países em desenvolvimento (China, Índia etc.). Os Estados Unidos, que possuem o maior parque nuclear do planeta, com 104 usinas em operação, estão ampliando a capacidade de geração e aumentando a vida útil de várias de suas centrais. França, com 58 reatores, e Japão, com 50, também são grandes produtores de energia nuclear, seguidos por Rússia (33) e Coréia do Sul (21).
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Sinal de alerta
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           No último dia 23 de julho, em audiência pública da CME (Comissão de Minas e Energia) na Câmara dos Deputados, O Ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, descartou a necessidade de racionamento, mas também alertou para a importância de medidas que evitem o risco de apagão em horários de pico e a dependência do próximo período de chuvas.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Em 2020, segundo o ministro, a condição dos reservatórios era de normalidade, mas com a diminuição de chuvas entre outubro do ano passado e maio deste ano, 2021 já começou em uma situação pior. Atualmente, os reservatórios das regiões Sudeste e Centro-Oeste, responsáveis por 70% da geração de energia do país, estão com apenas 30,2% de sua capacidade.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           "Se nós tivermos uma repetição das chuvas de 2020 em 2021, nós podemos chegar. Se nada for feito, há uma condição bastante desfavorável ao final desse ano, em novembro e dezembro, com os nossos reservatórios abaixo de 20%", disse Albuquerque na CME, acrescentando não ser possível comparar a crise atual com as que aconteceram em 2001 e 2014. Como ponto positivo, é importante ressaltar que a a capacidade instalada mais do que dobrou, saindo de 81 GW para 186 GW de 2001 para 2021, acrescentou. A representação da matriz hidráulica era cerca de 85%; hoje ela corresponde a 61%. A matriz também se diversificou bastante, principalmente com energias renováveis. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/0f4748a7/dms3rep/multi/conjunto+apoio.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <pubDate>Tue, 05 Oct 2021 19:46:30 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.eventoscasaviva.com.br/crise-hidrica-e-clima-impoem-mudancas-na-matriz-e-eficiencia-no-uso-da-energia</guid>
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    </item>
    <item>
      <title>SBBN REALIZARÁ EM OUTUBRO SEU XIII CONGRESSO</title>
      <link>https://www.eventoscasaviva.com.br/sbbn-realizara-em-outubro-seu-xiii-congresso</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           SBBN REALIZARÁ EM OUTUBRO SEU XIII CONGRESSO
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;font&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           A Sociedade Brasileira de Biociências Nucleares (SBBN) marcou para o período de 4 a 8 de outubro de 2021 a realização de seu XIII Congresso, que contará com 12 renomados palestrantes internacionais e cerca de 40 pesquisadores das principais universidades e institutos de pesquisas do país, inclusive hospitais universitários.
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             O evento será realizado em plataforma virtual 3D compartilhada com o 20o. International Congress of IUPAB (International Union for Pure and Applied Biophysics), totalizando 37 simpósios e 15 conferências, sessões comuns de posters e pavilhão de exposições técnicas. A SBBN é a única das 66 sociedades cientificas associadas à IUPAB, localizadas em cinco continentes, que mostrará pesquisas em biociências e tecnologias inovadoras usando radioisótopos e equipamentos geradores de radiação ionizante.
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             O público desses dois eventos é composto principalmente por pesquisadores, profissionais, estudantes e empreendedores com formação em Biologia, Biomedicina, Farmácia, Medicina, Química e Física. Até 26 de julho, poderão ser enviados e trabalhos e haverá descontos expressivos em inscrições.
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          &lt;font&gt;&#xD;
            
              Link para programa IUPAB:
             &#xD;
          &lt;/font&gt;&#xD;
          &lt;a href="http://iupab2020.sbbq.org.br/interna-542/program" target="_blank"&gt;&#xD;
            &lt;font&gt;&#xD;
              
               http://iupab2020.sbbq.org.br/interna-542/program
              &#xD;
            &lt;/font&gt;&#xD;
          &lt;/a&gt;&#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          &lt;font&gt;&#xD;
            
              Confira programa e palestrantes da SBBN:
             &#xD;
          &lt;/font&gt;&#xD;
          &lt;a href="https://sbbn.org.br/xiii-sbbn-congress-and-20th-iupab-congress-2020/" target="_blank"&gt;&#xD;
            &lt;font&gt;&#xD;
              
               https://sbbn.org.br/xiii-sbbn-congress-and-20th-iupab-congress-2020/
              &#xD;
            &lt;/font&gt;&#xD;
          &lt;/a&gt;&#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             APOIO INSTITUCIONAL
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/0f4748a7/dms3rep/multi/logo+casaviva-2c6aa7c9.png" alt=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <pubDate>Tue, 20 Jul 2021 20:13:10 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.eventoscasaviva.com.br/sbbn-realizara-em-outubro-seu-xiii-congresso</guid>
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    </item>
    <item>
      <title>Eletronuclear realiza sessão pública da licitação das obras da usina de Angra 3</title>
      <link>https://www.eventoscasaviva.com.br/eletronuclear-realiza-sessao-publica-da-licitacao-das-obras-da-usina-de-angra-3</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Eletronuclear realiza sessão pública da licitação das obras
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          da usina de Angra 3
          &#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         A Eletronuclear realizou, na última terça-feira (29/06), a sessão pública para a abertura das propostas da licitação dos serviços de obras civis e de parte da montagem eletromecânica previstos no Plano de Aceleração do Caminho Crítico de Angra 3. Essa contratação visa a adiantar algumas atividades de construção da usina antes mesmo de a companhia contratar a epecista – EPC significa engenharia, gestão de compras e construção, na tradução do inglês – que irá empreender a obra global da unidade. 
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O proponente mais bem classificado deverá apresentar os documentos de habilitação para serem verificados, motivo pelo qual não será divulgado, ainda, o nome do primeiro colocado. Após o término dessa análise, será agendada nova sessão para informar o resultado aos licitantes e abrir prazo para recursos. Caso o proponente mais bem classificado seja inabilitado, será convocado o segundo colocado para apresentar sua documentação. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Os recursos necessários para realizar os serviços que são objeto dessa licitação são provenientes do Adiantamento para Futuro Aumento de Capital (Afac) aprovado pela Eletrobras em julho do ano passado. Em 2020, a holding liberou R$ 1,052 bilhão para a Eletronuclear. Para 2021, estão previstos R$ 2,447 bilhões adicionais, dos quais R$ 850 milhões já foram liberados. O montante total do Afac consta no Plano Diretor de Negócios e Gestão (PDNG) 2021-2025 da Eletrobras.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Entre as principais medidas que constam no Plano de Aceleração do Caminho Crítico de Angra 3 está a conclusão da superestrutura de concreto do edifício do reator da usina. Além disso, será feita uma parte importante da montagem eletromecânica, que inclui o fechamento da esfera de aço da contenção e a instalação da piscina de combustíveis usados, da ponte polar e do guindaste do semipórtico. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A expectativa da Eletronuclear é que o contrato com a empresa vencedora da licitação seja assinado no segundo semestre e que a retomada das obras ocorra até o final deste ano. O índice atual de conclusão da construção de Angra 3 é de 65%. A companhia prevê que a usina entre em operação em novembro de 2026.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Estruturação do modelo de negócios
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Também nesta terça-feira, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgou a assinatura de contrato entre a instituição e o consórcio Angra Eurobras NES, vencedor da concorrência para a estruturação do projeto de retomada e conclusão das obras de Angra 3.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A contratação do consórcio faz parte dos serviços técnicos que o BNDES presta à Eletronuclear desde 2019, visando a estruturar o modelo jurídico, econômico e operacional de parceria junto à iniciativa privada para a construção, manutenção e exploração da usina. Para mais informações, clique aqui.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          É importante ressaltar que esse processo é independente daquele que resultará na contratação do serviço de obras e montagem no âmbito do Plano de Aceleração do Caminho Crítico de Angra 3 e também no que contratará a epecista para finalizar a construção da unidade. O primeiro é de responsabilidade do BNDES, enquanto os dois últimos, da Eletronuclear.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Fonte: ELETRONUCLEAR
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <pubDate>Thu, 01 Jul 2021 16:00:18 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.eventoscasaviva.com.br/eletronuclear-realiza-sessao-publica-da-licitacao-das-obras-da-usina-de-angra-3</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
    </item>
    <item>
      <title>GOVERNO CRIA A ANSA - AUTORIDADE NACIONAL DE SEGURANÇA NUCLEAR</title>
      <link>https://www.eventoscasaviva.com.br/governo-cria-a-ansa-autoridade-nacional-de-seguranca-nuclear</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         GOVERNO CRIA A ANSA - AUTORIDADE NACIONAL DE SEGURANÇA NUCLEAR
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/0f4748a7/dms3rep/multi/LOGO+sien+x+encom-b9efec1d.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;b&gt;&#xD;
    
          GOVERNO CRIA A ANSA - AUTORIDADE NACIONAL DE SEGURANÇA NUCLEAR
         &#xD;
  &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O Congresso Nacional terá até 120 dias para analisar e aprovar o texto da Medida Provisória 1.049/2021, que cria a Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSA). A MP que cria o novo órgão foi assinada pelo presidente Jair Bolsonaro e publicada no Diário Oficial do dia 17 de maio de 2021.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A ANSA será uma autarquia federal com patrimônio próprio, autonomia administrativa, técnica e financeira e sede na cidade do Rio de Janeiro. Diferente do que seria uma agência federal, o órgão não será responsável pela regulação do mercado, mas sim da segurança do setor. A entidade ficará responsável por licenciar, fiscalizar, estabelecer as normas e regras, além de monitorar os estoques e rejeitos.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Pleito antigo do setor nuclear, a criação de uma autarquia específica para desempenhar essas atividades retira a concentração de todas essas funções na Comissão Nacional Energia Nuclear (CNEN). No texto, o governo estabelece como prerrogativa da autoridade nuclear a definição de normas e requisitos específicos sobre a segurança nuclear, a proteção radiológica e a segurança física das atividades e das instalações nucleares.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Outra função será regular, estabelecer e controlar os estoques e as reservas de minérios nucleares, de seus concentrados ou de compostos químicos de elementos nucleares, o material nuclear e os estoques de materiais férteis e físseis especiais. A ANSA também poderá editar normas sobre segurança nuclear e física e proteção radiológica; licenciar operadores de reatores nucleares; licenciar o enriquecimento, o processamento, a industrialização e o comércio de minérios e minerais nucleares e seus derivados; gerenciar rejeitos radioativos; entre outras atribuições.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           ENCOM DEBATE CRIAÇÃO DA ANSA
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A criação da Autoridade Nacional de Segurança Nuclear será tema do painel de abertura do Encontro de Comunicação no setor Nuclear ENCOM, que desde o ano passado acontece na sequência do SIEN, no terceiro dia do evento, de maneira a incorporar o tema “comunicação” aos debates. O ENCOM é um espaço fundamental na discussão da questão da comunicação como ferramenta estratégica para conscientizar a sociedade sobre os benefícios socioeconômicos da tecnologia da radiação, com impacto direto na opinião pública.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O ENCOM vai debater outras questões e experiências no desenvolvimento dessas ações, como o Projeto Jovem Cientista, da pesquisadora Cibele Bugno Zamboni, do LEER/IPEN/CNEN-SP, além da pesquisa realizada pela ELETRONUCLEAR sobre a percepção da população com relação a energia nuclear e as múltiplas aplicações da radiação em favor da sociedade.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O XII SIEN, por sua vez, debate diversas questões de interesse do setor, como a tecnologia de pequenos reatores e reatores modulares (SMRs), segurança cibernética, aplicações da radiação na agricultura, medicina e na indústria do petróleo, a retomada de Angra 3 e a construção de novas plantas 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          nucleares no País.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Marcado para os dias 25, 26 e 27 de agosto, o SIEN/ENCOM 2021 será online devido à incerteza com relação à evolução do programa de vacinação contra a Covid-19 no País. No modo online o evento recebeu em 2020 quase 3.000 acessos durante os três dias de debate, e espera repetir o sucesso e superar estes números em 2021.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           As inscrições estão abertas e ainda existem cotas disponíveis para patrocínio de apoio.
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Mais informações  siennuclear@gmail.com
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Tel.: (55 21) 3301-3208 / 99699-1954
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          www.sienbrasil.com.br
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          www.eventoscasaviva.com.br
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <pubDate>Mon, 17 May 2021 21:26:40 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.eventoscasaviva.com.br/governo-cria-a-ansa-autoridade-nacional-de-seguranca-nuclear</guid>
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    </item>
    <item>
      <title>ETOS DA ELETRONUCLEAR SERÃO DESTAQUE NA FINAL DO PRÊMIO DE INOVAÇÃO DA ELETROBRÁS</title>
      <link>https://www.eventoscasaviva.com.br/etos-da-eletronuclear-serao-destaque-na-final-do-premio-de-inovacao-da-eletrobras</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         PROJETOS DA ELETRONUCLEAR SERÃO DESTAQUE NA FINAL DO PRÊMIO DE INOVAÇÃO DA ELETROBRÁS
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/0f4748a7/dms3rep/multi/LOGO+sien+x+encom-b9efec1d.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         A Eletronuclear garantiu um lugar de destaque na primeira edição do Prêmio de Inovação das Empresas Eletrobras. Ao todo, 12 projetos da companhia foram classificados para a final da competição. Destas, nove já garantiram troféus em suas respectivas categorias. A classificação de cada um dos projetos será revelada no dia 27 de maio, durante evento comemorativo.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Durante a final, os 40 finalistas de todo o grupo Eletrobras farão uma exposição virtual, detalhando seus respectivos projetos. As três melhores iniciativas de cada uma das seis categorias serão premiadas. O prêmio recebeu, ao todo, 89 inscrições. A Eletronuclear foi a segunda companhia com maior número de projetos cadastrados (16), ficando atrás apenas da Eletronorte.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           O presidente da Eletronuclear, Leonam dos Santos Guimarães (foto principal), comemorou o resultado e fez uma referência ao patrono da ciência, tecnologia e inovação (CT&amp;amp;I) no Brasil, almirante Álvaro Alberto, que dá nome à Central Nuclear de Angra dos Reis. “A inovação é fundamental em toda empresa moderna, ainda mais numa companhia como a nossa que projeta, constrói e opera uma central nuclear, cujo nome é em homenagem ao Álvaro Alberto. Mas é importante lembrar que inovação não está só nas áreas finalísticas da empresa. Ela perpassa por todos os processos. Prova disso é o excelente desempenho da Eletronuclear em todas as categorias”, declarou.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Já a coordenadora da área de inovação da Eletronuclear, Karla Lepetitgaland (foto à direita), destacou o desempenho dos projetos da empresa na categoria socioambiental. Quatro dos seis troféus desta modalidade já estão garantidos para a companhia nuclear. “Essa conquista contribuirá para melhorar a opinião pública a respeito da energia nuclear no Brasil, como uma fonte limpa, que prioriza em seus processos os princípios da segurança da sociedade e do respeito ao meio-ambiente”, analisou.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <pubDate>Fri, 23 Apr 2021 15:43:17 GMT</pubDate>
      <author>emiliano2001@uol.com.br (CARLOS EMILIANOELEUTERIO)</author>
      <guid>https://www.eventoscasaviva.com.br/etos-da-eletronuclear-serao-destaque-na-final-do-premio-de-inovacao-da-eletrobras</guid>
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    </item>
    <item>
      <title>RISCOS DE SEGURANÇA CIBERNÉTICA NO SETOR ELÉTRICO NA AGENDA DO XII SIEN</title>
      <link>https://www.eventoscasaviva.com.br/riscos-de-seguranca-cibernetica-no-setor-eletrico-na-agenda-do-xii-sien</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         RISCOS DE SEGURANÇA CIBERNÉTICA NO SETOR ELÉTRICO NA AGENDA DO XII SIEN 
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/0f4748a7/dms3rep/multi/LOGO+sien+x+encom-b9efec1d.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         “A quarta revolução industrial que a sociedade vive agora evidencia o intenso uso de dados por meio de tecnologias como inteligência artificial (IA), robótica, machine learning e Internet das Coisas (IoT), entre outras, que alavancam a utilização de big data e promovem a migração das atividades presenciais para o mundo digital”, especialmente após a pandemia. Essas tecnologias, porém, aumentaram drasticamente a exposição das empresas a ameaças quanto a riscos de segurança cibernética.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Esta já é uma preocupação do setor elétrico, que vem acelerando ainda mais a digitalização de vários processos dentro das empresas, mas em contrapartida vê aumentar as ameaças cibernéticas, que subiram uma posição entre as principais preocupações do setor, saindo do 5º lugar em 2019 (30%) para a 4ª colocação em 2020 (33%), segundo estudo recente divulgado pela PwC do Brasil.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           De olho nessa questão, o SIEN 2021 vai colocar essa questão na mesa de debates: “Como as empresas podem se proteger desses ataques e como elaborar planos de segurança cibernética ágeis e bem estruturados?”. De acordo com o estudo da PwC Brasil, cerca de 60% das empresas do setor em todo o mundo devem aumentar o orçamento de cibersegurança em 2021. O relatório aponta que a evolução do setor elétrico diante das ameaças cibernéticas nos ambientes de missão crítica levou também as companhias a aumentarem suas capacitações de análise de dados e direcionaram esforços na geração de ganhos com a melhoria dos índices de qualidade, redução de custos e otimização da cadeia de suprimentos.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Segundo o especialista em energia da PwC Brasil, Ronaldo Valiño, o estudo observou um aumento de incidentes de segurança no setor elétrico, com riscos de impactos para a sociedade. Além disso, casos como esses podem gerar muitas dores de cabeça para as empresas do setor, como multas regulatórias e possíveis paralisações parciais ou totais dos serviços. Os demais problemas do segmento citados são excesso de regulação, incertezas políticas e econômicas e conflitos comerciais.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           A pesquisa da consultoria lembra que o Brasil não tem ainda uma regulamentação específica sobre segurança cibernética para as infraestruturas do setor elétrico.  A PwC acredita que devem surgir regulamentações locais para definir requisitos gerais de evolução da maturidade de segurança cibernética na indústria. Isso vai aumentar a necessidade de preparação das companhias para adequações de segurança e evolução da capacidade de 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           resposta aos incidentes.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           “Um bom programa de segurança cibernética, alinhado aos objetivos do negócio e riscos, pode alavancar as capacidades de identificação, preparação e resiliência das organizações contra as ameaças cibernéticas no ambiente de missão crítica, bem como atender às novas regulamentações no setor”, afirma o sócio e líder de Cyber Security da PwC Brasil, Eduardo Batista, em entrevista ao Site Petronotícias.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <pubDate>Fri, 23 Apr 2021 15:41:03 GMT</pubDate>
      <author>emiliano2001@uol.com.br (CARLOS EMILIANOELEUTERIO)</author>
      <guid>https://www.eventoscasaviva.com.br/riscos-de-seguranca-cibernetica-no-setor-eletrico-na-agenda-do-xii-sien</guid>
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    </item>
    <item>
      <title>NUCLEP CONCLUI EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO PARA NOVOLABORATÓRIO MÓVEL DO IPEN</title>
      <link>https://www.eventoscasaviva.com.br/nuclep-conclui-equipamento-de-protecao-para-novolaboratorio-movel-do-ipen</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         NUCLEP CONCLUI EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO PARA NOVO LABORATÓRIO 
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          MÓVEL DO IPEN
          &#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/0f4748a7/dms3rep/multi/laboratorio+de+tratamento+de+residuos+do+ipen+-+FABRICADO+PELA+NUCLEP.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;b&gt;&#xD;
    
          Caixa de blindagem radiológica será utilizada no laboratório 
          &#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           de Irradiação com Acelerador Industrial de Elétrons
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           A Nuclep concluiu a fabricação da Caixa de Blindagem Radiológica que será utilizada no Laboratório Móvel de Irradiação com Acelerador Industrial de Elétrons, projetado pelo Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN). Entre outras aplicações, o equipamento será utilizado no tratamento de efluentes industriais para fins de reutilização.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Alternativa limpa e tecnológica para as empresas brasileiras, o laboratório será colocado à disposição das empresas de todo o País pelo IPEN para treinamento, ajudando a ampliar a capacidade nacional de tratamento de efluentes, gerando benefícios tecnológicos e econômicos em comparação com as técnicas convencionais. Além disso, na nova unidade serão aplicadas atividades de pesquisa e desenvolvimento de tecnologias e prestação de serviços em escalas laboratoriais e industriais.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           A blindagem Radiológica fabricada pela Nuclep pesa cerca de 15,86 toneladas. A estrutura vai oferecer proteção durante as operações, promovendo a segurança dos trabalhadores e do ambiente. Para a caldeiraria, a participação neste projeto reforça ainda mais a sua capacidade de atender as mais diversas demandas dos projetos nucleares. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/0f4748a7/dms3rep/multi/LOGO-sien-x-encom-b9efec1d.jpg" length="197843" type="image/png" />
      <pubDate>Fri, 23 Apr 2021 15:38:49 GMT</pubDate>
      <author>emiliano2001@uol.com.br (CARLOS EMILIANOELEUTERIO)</author>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>COMUNICAÇÃO É REQUISITO PARA O SUCESSO DA IRRADIAÇÃO NO BRASIL</title>
      <link>https://www.eventoscasaviva.com.br/comunicacao-e-requisito-para-o-sucesso-da-irradiacao-no-brasil</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         COMUNICAÇÃO É REQUISITO PARA O SUCESSO DA IRRADIAÇÃO NO BRASIL
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/0f4748a7/dms3rep/multi/LOGO+final-5d066c11.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;font&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           A irradiação elimina bactérias e microorganismos prejudiciais à saúde e aumenta o tempo de conservação dos alimentos, com ganhos de produtividade à cadeia de produção e exportação
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#491ea9"&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           A comunicação com a sociedade é uma ferramenta estratégica para que a sociedade compreenda com clareza os benefícios da irradiação de alimentos, se conscientize da segurança e aceite com normalidade a aplicação desta tecnologia, tanto de alimentos quanto de embalagens. Desta forma, é fundamental que a informação seja transmitida corretamente à população.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           A irradiação é uma técnica eficaz e mundialmente consagrada, que não deixa resíduo, podendo o alimento ser consumido imediatamente após a irradiação, pois o processo não torna os produtos radioativos. Anualmente, são irradiadas cerca de 500 mil toneladas de alimentos no mundo, sendo 40% na China, 20% nos EUA, 13% no Vietnã, 8% no México e 19% no restante do mundo. Os EUA consomem 90% do mercado dos alimentos irradiados.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           No momento em que se discute a dinamização da tecnologia no Brasil, o tema “Comunicação com a Sociedade” não poderia ficar de fora deste debate e vai ser tema de painel durante a Agenda Irradiação na Agricultura e Pecuária, no próximo dia 08 de abril, em modo online. O objetivo é debater ações e medidas necessárias para viabilizar e implementar a tecnologia como negócio no Brasil.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Já confirmaram presença no debate o Assessor Técnico do GSI/PR, Fabiano Petruceli, como moderador; a Gerente-Geral de Alimentos da 2ª Diretoria da ANVISA, Thalita Lima; a Assessora de Comunicação Institucional do IPEN/CNEN, Ana Paula Freire Artaxo; e o presidente da Comissão Nacional de Fruticultura da CNA e Diretor Institucional da ABRAFRUTAS, Luiz Roberto Barcelos.  
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Benefícios da irradiação 
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           São inúmeras as vantagens dessa técnica, que melhora a coloração de carnes, reduz os compostos tóxicos, incluindo alergênicos, e substâncias cancerígenas. Além do fato de o alimento poder ser irradiado já embalado.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Entre os principais clientes potenciais dessa atividade estão o agronegócio e a área de equipamentos médico-hospitalares. No caso do agronegócio, trata-se de um setor que representa cerca de 25% do PIB do País e respondeu por 43% das exportações brasileiras em 2019. A irradiação elimina bactérias e microorganismos prejudiciais à saúde e aumenta o período de conservação dos alimentos, trazendo ganhos de produtividade para a cadeia de produção e exportadora.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           O Brasil está no momento certo para dar esse passo obtendo ganhos com a irradiação de alimentos. O País detém o total domínio dessa técnica através do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN/CNEN) e pode dinamizar a aplicação dela na indústria. O irradiador de alimentos é um empreendimento estratégico para País, mas precisa ser considerado dentro de um planejamento cuidadoso para que não haja retrocessos. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           A comunicação com o consumidor é uma dessas vertentes que devem ser pensadas e executadas de forma integrada, à luz da experiência de outros países que já consolidaram o uso da tecnologia e alinhadas com as diretrizes internacionais. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Agenda 
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Entre os principais temas deste debate estão:
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	A Tecnologia da Irradiação como Política Pública
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	Um modelo de negócio viável para o País
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	Modelos Tecnológicos mais adequados ao Brasil
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	A visão dos setores produtivos e usuários: alimentos e frutas, frigoríficos, embalagens, equipamentos hospitalares etc.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	Fontes potenciais de financiamento
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	“Cases” e modelos internacionais
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	Comunicação com a sociedade (rotulagem/nomenclatura, irradiação na defesa fitossanitária).
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Empresas interessadas em participar da Agenda Irradiação na Agricultura e Pecuária como patrocinadoras, integrando a grade de palestras, divulgando suas marcas e mensagens institucionais e de mercado podem entrar em contato com a Casa Viva e trazer suas soluções, tecnologias e experiências para este debate (carlos.emmiliano@gmail.com).
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            As inscrições também já estão abertas e podem ser feitas através do e-mail inscricao.planeja@gmail.com ou pelo telefone (55 21) 3301-3208.
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Mais Informações: (55 21) 3301-3208 / carlos.emmiliano@gmail.com
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <pubDate>Thu, 18 Mar 2021 18:18:04 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.eventoscasaviva.com.br/comunicacao-e-requisito-para-o-sucesso-da-irradiacao-no-brasil</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
    </item>
    <item>
      <title>CONTRATO PARA A RETOMADA DA OBRA ANGRA 3 DEVER SER ASSINADO ATÉ MAIO</title>
      <link>https://www.eventoscasaviva.com.br/contrato-para-a-retomada-da-obra-angra-3-dever-ser-assinado-ate-maio</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         CONTRATO PARA A RETOMADA DA OBRA ANGRA 3 DEVER SER ASSINADO ATÉ MAIO
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/0f4748a7/dms3rep/multi/LOGO+sien+x+encom.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;b&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Com o lançamento do edital, “a retomada das obras de Angra 3 está, finalmente, se tornando uma realidade”
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A Eletronuclear espera assinar até maio próximo o contrato com a empresa que retomará a obra civil de Angra 3 e realizará parte da montagem eletromecânica. O edital, publicado no Diário Oficial da União (DOU) no último dia 02 de fevereiro, está em andamento e marca a retomada definitiva da obra, estratégica para a matriz elétrica e para a economia fluminense e do País.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A retomada das obras de Angra 3 está, finalmente, se tornando uma realidade”, comemorou o presidente da Eletronuclear, Leonam dos Santos Guimarães. “Trabalhamos com dedicação para chegar até aqui. E seguiremos em frente, ainda com mais determinação, para concluirmos a construção da usina”, acrescenta.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O lançamento do edital integra o plano de aceleração do caminho crítico da usina. O objetivo é adiantar algumas atividades de construção antes mesmo de se contratar a empreiteira que irá empreender a obra global e concluirá a construção da planta.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Com isso, o primeiro concreto – marco importante da retomada das obras de Angra 3 – deve ser lançado em outubro. A contratação da empreiteira que dará sequência à obra está prevista para o segundo semestre de 2022. Por fim, a entrada em operação da usina está programada para novembro de 2026. O progresso físico global atual do empreendimento é de 65%.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Ganhos ambientais
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Segundo Leonam Guimarães, Angra 3 irá diversificar e dar segurança de abastecimento à matriz elétrica brasileira. “Além disso, a energia gerada pela unidade vai substituir a que é produzida por térmicas mais caras. Como usinas nucleares não emitem gases de efeito estufa, Angra 3 também será um passo na direção da descarbonização da geração de energia no país”, explica.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O empreendimento representará ainda a criação de cerca de sete mil empregos diretos, no pico da obra, além de um número muito maior de empregos indiretos. A grande maioria será contratada na Costa Verde, o que será um importante fator para movimentar a economia da região.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           SIEN 2021
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Tema recorrente nas últimas edições, Angra 3 e as futuras usinas vão estar em discussão na Agenda do XII Seminário Internacional de Energia Nuclear (SIEN 2021), marcado para os dias 25, 26 e 27 de agosto, assim como os passos futuros para a conclusão da obra e outros assuntos importantes da agenda nuclear. O SIEN 2021 ainda deverá ser apenas online devido à incerteza com relação à evolução do programa de vacinação contra a doença no País. Mais uma vez, o SIEN vai congregar, no terceiro dia, os debates voltados para as questões da comunicação no setor nuclear, tema estratégico para conscientizar a sociedade sobre os benefícios socioeconômicos da tecnologia da radiação. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A data já está confirmada e já pode ser reservada na agenda: 25, 26 e 27/08/2021. No modo online o evento recebeu em 2020 quase 3.000 acessos durante os três dias de debate, e com certeza vai repetir o sucesso em 2021, quando esperamos um número ainda maior de participantes.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Mais informações  siennuclear@gmail.com
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Tel.: (55 21) 3301-3208 / 99699-1954
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          www.sienbrasil.com.br
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          www.eventoscasaviva.com.br
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <pubDate>Fri, 12 Mar 2021 19:49:54 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.eventoscasaviva.com.br/contrato-para-a-retomada-da-obra-angra-3-dever-ser-assinado-ate-maio</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
    </item>
    <item>
      <title>Governo garante recursos para estudos sobre locais das novas usinas nucleares</title>
      <link>https://www.eventoscasaviva.com.br/governo-garante-recursos-para-estudos-sobre-locais-das-novas-usinas-nucleares</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Governo garante recursos para estudos sobre locais das novas 
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          usinas nucleares
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/0f4748a7/dms3rep/multi/LOGO+sien+x+encom.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;font&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Resolução define setor de energia nuclear como prioridade no recebimento de recursos. Tema está na agenda do SIEN 2021
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Dentro do prazo de 60 dias, o Ministério de Minas e Energia deverá destinar recursos de pesquisa e desenvolvimento para a conclusão dos estudos de do mapeamento de novos sítios para a implantação de futuras usinas nucleares no Brasil. A medida que determina o prazo já foi aprovada pelo presidente Jair Bolsonaro e publicada no Diário Oficial da União. O mapeamento de novos locais para abrigar as próximas usinas atômicas é um tema central nas discussões do setor nuclear.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           A resolução aprovada pelo presidente também definiu a nova orientação estratégica para ações de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação no setor de energia. De acordo com o texto, a energia nuclear será um dos temas que ganhará prioridade no recebimento de recursos. As novas usinas brasileiras e os possíveis sítios que vão abriga-las estão na agenda do XII Seminário Internacional de Energia Nuclear (SIEN 2021), marcado para os dias 25, 26 e 27 de agosto, no modo online.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Além disso, também ganharão especial destaque as pesquisas envolvendo hidrogênio, biocombustíveis, armazenamento de energia, geração termelétrica sustentável, transformação digital e minerais estratégicos para o setor energético. O texto traz ainda a determinação para que a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) realize estudos sobre o setor de energia.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Segundo o Ministério de Minas e Energia, outras medidas de médio e longo prazos estão sendo elaboradas por meio de articulação com o Ministério de Ciência Tecnologia e Inovação para estimular a inovação em energia e mineração. “Para tanto, os ministérios estão concebendo uma estrutura de governança para lidar com esse desafio, possibilitando que a discussão possa ser feita de forma estruturada e coordenada pelas pastas, ampliando o diálogo com instituições e associações setoriais, indústria e sociedade civil”, explicou o MME, em comunicado.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            SIEN 2021
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Esses e outros assuntos estarão na pauta do XII Seminário Internacional de Energia Nuclear – SIEN 2021, que este ano ainda deverá ser apenas online, devido à incerteza com relação à evolução do programa de vacinação contra a doença no País. Mais uma vez, o SIEN vai congregar, no terceiro dia, os debates voltados para as questões da comunicação no setor nuclear, tema estratégico para conscientizar a sociedade sobre os benefícios socioeconômicos da tecnologia da radiação. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           A data já está confirmada e já pode ser reservada na agenda: 25, 26 e 27/08/2021. No modo online o evento recebeu em 2020 quase 3.000 acessos durante os três dias de debate, e com certeza vai repetir o sucesso em 2021, quando esperamos um número ainda maior de participantes.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Mais informações  siennuclear@gmail.com
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Tel.: (55 21) 3301-3208 / 99699-1954
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;a href="http://www.sienbrasil.com.br" target="_blank"&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             www.sienbrasil.com.br
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           www.eventoscasaviva.com.br
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <pubDate>Thu, 11 Mar 2021 20:14:16 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.eventoscasaviva.com.br/governo-garante-recursos-para-estudos-sobre-locais-das-novas-usinas-nucleares</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
    </item>
    <item>
      <title>BRF, ABRAFRUTAS E CNA PARTICIPARÃO DO DEBATE SOBRE IRRADIAÇÃO DE ALIMENTOS</title>
      <link>https://www.eventoscasaviva.com.br/brf-abrafrutas-e-cna-participarao-do-debate-sobre-irradiacao-de-alimentos</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;b&gt;&#xD;
    
          BRF, ABRAFRUTAS E CNA PARTICIPARÃO DO DEBATE SOBRE IRRADIAÇÃO
         &#xD;
  &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           DE ALIMENTOS
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/0f4748a7/dms3rep/multi/LOGO+final-5d066c11.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         Tecnologia que não é nova, mas ainda pouco utilizada no Brasil, a irradiação de alimentos é vista hoje como uma importante ferramenta para o agronegócio brasileiro, tanto para o mercado consumidor interno quanto para a cadeia exportadora. Mas exatamente por ser pouco utilizada por aqui, ainda persistem muitas dúvidas por parte dos produtores e exportadores.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Estas questões, dúvidas e expectativas em torno da tecnologia estarão no centro dos debates da Agenda “Irradiação na Agricultura e Pecuária, como viabilizar e implementar a tecnologia como negócio no Brasil”, marcada para o próximo dia 08 de abril, em versão online: “A Visão dos Setores Produtivos e Usuários” será o tema da mesa que vai reunir representantes do Agronegócio para debater as dúvidas, vantagens, expectativas e necessidades do segmento que representa 25% do PIB e respondeu por 43% das exportações brasileiras em 2019.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Entre os participantes da Agenda, estarão presentes o Gerente Executivo de Pesquisa e Desenvolvimento (P&amp;amp;D) da BRF, Geraldo Antônio Cofcewicz; e o Diretor da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas (Abrafrutas), Luiz Roberto Barcelos, também presidente da Comissão Nacional de Fruticultura da Confederação Nacional de Agricultura (CNA), além de outros convidados. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           O setor de frutas é um importante segmento na pauta de exportações. O Brasil é o terceiro maior exportador de frutas do mundo, porém, exporta menos de 3% do que produz. A tecnologia nuclear pode ajudar a melhorar muito esse desempenho, tanto nas exportações quanto no consumo interno.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Segundo o presidente da Abrafrutas, Guilherme Coelho, aumentar o tempo de vida das frutas é de extrema importância para o crescimento das exportações, assim como para o consumo. Para ele, essa tecnologia favoreceria a abertura de novos mercados, automaticamente também o aumento das vendas para o mercado internacional já consumidor dos produtos brasileiras.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Com presença confirmada no evento, a BRF é uma das maiores empresas de alimentos do mundo e está presente em 140 países e 89% dos lares brasileiros, segundo o relatório da empresa de 2019. A BRF possui atualmente cerca de 90 mil colaboradores.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Empresas interessadas em participar da Agenda Irradiação na Agricultura e Pecuária como patrocinadoras, integrando a grade de palestras, divulgando suas marcas, mensagens institucionais e de mercado podem entrar em contato com a Casa Viva e trazer suas soluções, tecnologias e experiências 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           para este debate.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           As inscrições também estão abertas e podem ser feitas diretamente no Site ou através do e-mail inscrição.planeja@gmail.com.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Mais Informações:
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           www.eventoscasaviva.com.br
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
            (55 21) 3301-3208 / carlos.emmiliano@gmail.com 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <pubDate>Wed, 10 Mar 2021 19:45:24 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.eventoscasaviva.com.br/brf-abrafrutas-e-cna-participarao-do-debate-sobre-irradiacao-de-alimentos</guid>
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    </item>
    <item>
      <title>IPEN CONFIRMA PRESENÇA NA AGENDA SOBRE “IRRADIAÇÃO DE ALIMENTOS”</title>
      <link>https://www.eventoscasaviva.com.br/ipen-confirma-presenca-na-agenda-sobre-irradiacao-de-alimentos</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         IPEN CONFIRMA PRESENÇA NA AGENDA SOBRE “IRRADIAÇÃO DE ALIMENTOS”
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/0f4748a7/dms3rep/multi/LOGO+final-5d066c11.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         O Superintendente do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares – IPEN, Wilson Calvo, confirmou presença no debate sobre “Irradiação na Agricultura e Pecuária”, programado para o próximo dia 08 de abril, em formato online. O especialista participará da Mesa que vai discutir o tema “Modelos de Negócios” para o uso da irradiação no Brasil.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           O evento visa a promover um debate objetivo sobre algumas questões que vêm dificultando a adoção de medidas práticas para viabilizar a implementação da atividade como negócio no Brasil, buscando parceria do setor privado.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Além do IPEN, a iniciativa já conta com a parceria e participação da Amazul, Ministério da Agricultura (MAPA), GSI/Presidência da República, IBA Group e outras empresas e órgãos.   
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
             Também presença confirmada no evento, a pesquisadora Anna Lucia Villavicencio, coordenadora do Grupo de Pesquisas "Aplicação da Radiação Ionizante em Alimentos, Ingredientes e Produtos Agrícolas” no 
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Centro de Tecnologia das Radiações (Ceter/IPEN) participará, como mediadora, da discussão a respeito dos modelos tecnológicos mais adequados às necessidades do Brasil.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Por fim a assessora de comunicação do IPEN, Ana Paula Freire Artaxo, participará de um painel sobre a comunicação com sociedade, um aspecto fundamental para que os consumidores possam conhecer e compreender a tecnologia que, embora pouco conhecida no Brasil, é totalmente segura e utilizada em mais de 30 países no mundo.  
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
            Segundo o próprio IPEN, a irradiação de alimentos é também uma importante ferramenta para dinamizar o agronegócio brasileiro.  Entre os aspectos positivos de sua aplicação, estão a conservação e aumento da vida útil dos alimentos, controle de pragas e doenças, segurança sanitária e fitossanitária, ganhos para a saúde pública e abertura de mercados externos. Entre as vantagens, estão a redução de perdas pós-colheita, desinfestação de grãos e vegetais frescos, aumento do prazo de validade dos produtos, redução de micro-organismos deteriorantes, eliminação de micro-organismos patogênicos e esterilização de pallets e embalagens finais.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
            Localizado em São Paulo, o IPEN disponibiliza 
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            suas instalações para as empresas interessadas em realizar estudos e testes com seus produtos. O Instituto deverá iniciar ainda este ano estudos visando à mitigação de fungos e até melhoria de aroma e sabor do café, seja in natura, seja já processado.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Entre os principais temas desta agenda estão:
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	A Tecnologia da Irradiação como Política Pública
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	Um modelo de negócio viável para o País
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	Modelos Tecnológicos mais adequados ao Brasil
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	A visão dos setores produtivos e usuários: alimentos e frutas, frigoríficos, embalagens, equipamentos hospitalares etc.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	Fontes potenciais de financiamento
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	“Cases” e modelos internacionais
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	Comunicação com a sociedade (rotulagem/nomenclatura, irradiação na defesa fitossanitária).
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Empresas interessadas em participar da Agenda Irradiação na Agricultura e Pecuária como patrocinadoras, integrando a grade de palestras, divulgando suas marcas e mensagens institucionais e de mercado podem entrar em contato com a Casa Viva e trazer suas soluções, tecnologias e experiências para 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           este debate 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           (carlos.emmiliano@gmail.com).
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           As inscrições também já estão abertas e podem ser feitas através do e-mail inscrição.planeja@gmail.com ou pelo telefone (55 21) 3301-3208.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Mais Informações: (55 21) 3301-3208 / carlos.emmiliano@gmail.com
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/md/unsplash/dms3rep/multi/photo-1580132749356-23736cd4809e.jpg" length="165011" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 09 Mar 2021 19:27:19 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>AMAZUL COONFIRMA APOIO E PARTICIPAÇÃO NA AGENDA</title>
      <link>https://www.eventoscasaviva.com.br/amazul-coonfirma-apoio-e-participacao-na-agenda</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         AMAZUL COONFIRMA APOIO E PARTICIPAÇÃO NA AGENDA
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/0f4748a7/dms3rep/multi/LOGO+final-5d066c11.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         A AMAZUL - Amazônia Azul – Tecnologias de Defesa S.A. confirmou apoio e participação na Agenda “Irradiação na Agricultura e Pecuária” que acontecerá no próximo dia 08 de abril, com formato online. O evento tem por objetivo debater ações e medidas necessárias para viabilizar e implementar a tecnologia da irradiação de alimentos como negócio no Brasil.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           A AMAZUL já vem avançando em um projeto destinado a promover a criação de centros de irradiação no Brasil, com o objetivo de fornecer tecnologias nucleares voltadas à esterilização de alimentos, medicamentos e outros produtos e insumos.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Entre outras vantagens, a tecnologia de irradiação elimina bactérias e microorganismos prejudiciais à saúde e aumenta o período de conservação dos alimentos, trazendo ganhos de produtividade para a cadeia de produção. Um dos potenciais usuários da irradiação é o agronegócio, que representa cerca de 25% do PIB brasileiro e respondeu por 43% das exportações em 2019.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Durante o evento, a empresa será representada pelo Coordenador Geral de Negócios, Nilo de Almeida. Profissional em Gestão de Negócios, Projetos, Contratos e Logística, o executivo é responsável pela prospecção comercial de novos clientes, tanto na esfera pública como privada, analise de oportunidade de novos negócios e negociação internacional de produtos voltados para a área nuclear. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           A  
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            AMAZUL foi criada para desenvolver tecnologias para o Programa Nuclear da Marinha, Programa de Desenvolvimento de Submarinos e Programa Nuclear Brasileiro.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Entre os principais temas desta agenda estão:
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	A Tecnologia da Irradiação como Política Pública
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	Um modelo de negócio viável para o País
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	Modelos Tecnológicos mais adequados ao Brasil
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	A visão dos setores produtivos e usuários: alimentos e frutas, frigoríficos, embalagens, equipamentos hospitalares etc.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	Fontes potenciais de financiamento
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	“Cases” e modelos internacionais
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	Comunicação com a sociedade (rotulagem/nomenclatura, irradiação na defesa fitossanitária).
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Empresas interessadas em participar da Agenda Irradiação na Agricultura e Pecuária como patrocinadoras, integrando a grade de palestras, divulgando suas marcas e mensagens institucionais e de mercado podem entrar em contato com a Casa Viva e trazer suas soluções, tecnologias e experiências para este debate (carlos.emmiliano@gmail.com).
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           As inscrições também já estão abertas e podem ser feitas através do e-mail inscrição.planeja@gmail.com ou pelo telefone (55 21) 3301-3208.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Mais Informações:
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           www.eventoscasaviva.com.br
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           (55 21) 3301-3208 / carlos.emmiliano@gmail.com
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <pubDate>Mon, 08 Mar 2021 14:33:28 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.eventoscasaviva.com.br/amazul-coonfirma-apoio-e-participacao-na-agenda</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
    </item>
    <item>
      <title>SIEN/ENCOM 2021 MARCADO PARA AGOSTO</title>
      <link>https://www.eventoscasaviva.com.br/sien-encom-2021-marcado-para-agosto</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         SIEN/ENCOM 2021 MARCADO PARA AGOSTO
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/md/unsplash/dms3rep/multi/photo-1517925035435-7976539b920d.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Devido à pandemia da Covid-19 edição deste ano deverá ser
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           online. Angra 3 e novas usinas estão no centro dos debates
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
           
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Apesar da crise provocada pela pandemia da Covid-19, o ano de 2020 foi de grandes avanços para o setor nuclear, que desenvolveu uma agenda bastante ousada de debates e decisões favoráveis à conclusão e implementação de antigos e novos projetos.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Esse leque de boas notícias culminou com o anúncio do próprio Ministro Bento Albuquerque, de Minas e Energia, durante o XI SIEN, acenando com investimentos da ordem de R$ 15,5 bilhões a partir deste ano em empreendimentos nucleares no Brasil; e na sequência, pela Eletrobrás, no final de dezembro, confirmando a inclusão em seu novo plano de negócios para o período entre 2021 e 2025, de investimentos de R$ 15,3 bilhões no projeto de Angra 3 nos próximos cinco anos.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O projeto de Angra 3 será, de longe, o principal foco de investimentos da estatal até 2025, consumindo 37,2% do total de recursos previstos no novo plano de negócios (R$ 41,1 bilhões). Em 2021, serão R$ 2,8 bilhões; em 2022 e 2023, cerca de R$ 3,4 bilhões em cada ano e, por fim, em 2024 e 2025, a Eletrobrás desembolsará R$ 3,2 bilhões e R$ 2,2 bilhões no empreendimento, respectivamente.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O Ministro de Minas e Energia reafirmou a prioridade do setor nuclear no atual governo, afirmando que as ações com vistas a impulsionar o Programa Nuclear Brasileiro contam com o apoio irrestrito do Presidente Jair Bolsonaro, “que identifica o desenvolvimento do setor nuclear como uma prioridade para a sua gestão”.  E ressaltou outras decisões e projetos importantes como a flexibilização da mineração de urânio, o projeto do repositório nacional de rejeitos, irradiação na agricultura, medicina nuclear com o Reator Multipropósito Brasileiro (RMB), a conclusão do Labgene e o estabelecimento de uma cadeia produtiva para o setor, um cluster nuclear, integrando empresas, laboratórios e indústria.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
           
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                       
          &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           EDITAL NA RUA TIRA ANGRA 3 DO PAPEL
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                        A publicação pela Eletronuclear do edital de contratação das obras civis de Angra 3, no âmbito do Plano de Aceleração do Caminho Crítico da usina, tirou definitivamente o projeto do papel. O contrato com a empresa vencedora deverá ser assinado logo depois, em maio. O lançamento do primeiro concreto está previsto para acontecer em outubro. O objetivo final é garantir a entrada em operação da usina até novembro de 2026.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                        A Eletronuclear recebeu em 2020 um aporte de R$ 1,052, recursos já descontingenciados em janeiro. Para 2021, estão previstos R$ 2,447 bilhões adicionais.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                         Antes do plano de aceleração sair efetivamente do papel, a Eletronuclear pretende contratar ainda a empresa que finalizará os projetos de engenharia e da empreiteira responsável pelas obras civis e pela montagem no âmbito do plano, além das responsáveis pelo apoio e fiscalização da fabricação de componentes e das obras civis.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Por fim, a estatal nuclear vai preparar o edital para a seleção da empresa responsável pela finalização das obras civis e da montagem eletromecânica da usina. A contratação dessa empresa está prevista para o segundo semestre de 2022.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           SIEN 2021
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Todos esses assuntos estarão na pauta do XII Seminário Internacional de Energia Nuclear – SIEN 2021, que este ano ainda deverá ser apenas online, devido à incerteza com relação à evolução do programa de vacinação contra a doença no País. Mais uma vez, o SIEN vai congregar, no terceiro dia, os debates voltados para as questões da comunicação no setor nuclear, tema estratégico para conscientizar a sociedade sobre os benefícios socioeconômicos da tecnologia da radiação.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A data já está confirmada e já pode ser reservada na agenda: 25, 26 e 27/08/2021. Por ser também online o evento teve em 2020 quase 3.000 acessos durante os três dias de debate e com certeza vai repetir o sucesso em 2021, quando esperamos um número ainda maior de participantes.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Empresas interessadas em participar do XII SIEN como patrocinadoras, integrando a grade de palestras, divulgando sua marca, soluções, tecnologias e experiências para o mercado podem entrar em contato com a Casa Viva.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          As inscrições também estão abertas e podem ser feitas online (www.sienbrasil.com.br / www.eventoscasaviva.com.br) ou através do formulário próprio do evento que pode ser solicitado no e-mail inscrição.planeja@gmail.com. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Mais informações  siennuclear@gmail.com
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Tel.: (55 21) 3301-3208 / 99699-1954
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          www.sienbrasil.com.br
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          www.eventoscasaviva.com.br
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          --
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Carlos Emiliano Eleutério
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Diretor Executivo
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Tels: (21) 3301-3208 / 99699-1954
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          carlos.emmiliano@gmail.com / carlos.emiliano@eventoscasaviva.com.br / inscricao.planeja@gmail.com
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    
          --
         &#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          www.eventoscasaviva.com.br
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Carlos Emiliano Eleutériowww.eventoscasaviva.com.br
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Carlos Emiliano Eleutério
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Tels: (21) 3301-3208 / 99699-1954
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          carlos.emmiliano@gmail.com / carlos.emiliano@eventoscasaviva.com.br / inscricao.planeja@gmail.com
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
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      <pubDate>Mon, 01 Mar 2021 21:25:27 GMT</pubDate>
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      <title>IRRADIAÇÃO DE ALIMENTOS ABRIRÁ EM ABRIL A AGENDA NUCLEAR 2021</title>
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      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         IRRADIAÇÃO DE ALIMENTOS ABRIRÁ EM ABRIL A AGENDA NUCLEAR 2021
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/0f4748a7/dms3rep/multi/LOGO+final-5d066c11.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         Tecnologia utilizada em vários países elimina bactérias e microorganismos prejudiciais à saúde e aumenta o tempo de conservação dos alimentos
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O tema “Irradiação na Agricultura e Pecuária abrirá, no dia 08 de abril, às 8:00h, a agenda nuclear 2021 da Casa Viva Eventos, também responsável pela realização do SIEN BRASIL, hoje o maior evento de Energia Nuclear do País.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Ainda por conta da pandemia da Covid-19, o evento será 100% ONLINE e tem por objetivo debater ações e medidas necessárias para viabilizar e implementar a tecnologia como negócio no Brasil. Entre os principais clientes potenciais dessa atividade estão o agronegócio e a área de equipamentos médico-hospitalares.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          No caso do agronegócio, trata-se de um setor que representa cerca de 25% do PIB do País e respondeu por 43% das exportações brasileiras em 2019. A irradiação elimina bactérias e microorganismos prejudiciais à saúde e aumenta o período de conservação dos alimentos, trazendo ganhos de produtividade para a cadeia de produção. Além disso, pode ser um grande aliado contra a disseminação de bactérias e vírus como o coronavírus.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O interesse por esta tecnologia tem aumentado desde a criação de um Grupo Técnico para tratar do tema no âmbito do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI-PR), sob a liderança do Ministério da Agricultura e com a participação de diversos órgãos do governo, como o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), da Comissão Nacional de Energia Nuclear. Representantes de setores produtivos estão interessados em utilizar esta tecnologia, que não é nova, mas pouco utilizada no Brasil.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Entre os principais temas desta agenda estão:
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          •	A Tecnologia da Irradiação como Política Pública
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          •	Um modelo de negócio viável para o País
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          •	Modelos Tecnológicos mais adequados ao Brasil
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          •	A visão dos setores produtivos e usuários: alimentos e frutas, frigoríficos, embalagens, equipamentos hospitalares etc.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          •	Fontes potenciais de financiamento
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          •	“Cases” e modelos internacionais
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          •	Comunicação com a sociedade (rotulagem/nomenclatura, irradiação na defesa fitossanitária).
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Empresas interessadas em participar da Agenda Irradiação na Agricultura e Pecuária como patrocinadoras, integrando a grade de palestras, divulgando suas marcas e mensagens institucionais e de mercado podem entrar em contato com a Casa Viva e trazer suas soluções, tecnologias e experiências para este debate (carlos.emmiliano@gmail.com).
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          As inscrições também já estão abertas e podem ser feitas através do e-mail inscrição.planeja@gmail.com ou pelo telefone (55 21) 3301-3208.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Mais Informações: (55 21) 3301-3208 / carlos.emmiliano@gmail.com
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <pubDate>Mon, 01 Mar 2021 21:13:55 GMT</pubDate>
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